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Pesquisador do IAC integra CTNBio como Especialista da Área Vegetal
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Por Carla Gomes (MTb 28156) – Assessoria de Imprensa – IAC
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O pesquisador científico do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, Marcos Antonio Machado, foi nomeado membro suplente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), como representante Especialista da Área Vegetal. Machado está em seu primeiro mandato, que é de dois anos, a contar de 29 de setembro de 2014.
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A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar com a finalidade de prestar apoio técnico consultivo e assessoramento ao Governo Federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a organismos geneticamente modificados (OGM), os chamados transgênicos. A Comissão atua também no estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres técnicos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do ambiente, para atividades que envolvam construção, experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de OGM e derivados.
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Machado, que também é diretor do Centro de Citricultura “Sylvio Moreira” do IAC, em Cordeirópolis, integra a área vegetal da CTNBio, em que a principal atividade de pesquisa envolve as liberações planejadas no meio ambiente — os testes a campo — que constituem ensaios que antecedem a fase comercial. Essa etapa tem por objetivo a análise do desempenho agronômico dos materiais em estudo, incluindo experimentos de composição e expressão, insetos alvo e não-alvo, além da segurança da nova variedade geneticamente modificada para a saúde humana, animal e ambiental. Dentre as espécies pesquisadas no Brasil, destacam-se milho, algodão e soja e o principal foco está na tolerância a herbicidas e resistência a insetos.
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Em novembro de 2008, a CTNBio editou novas normas, aprimorando os requisitos para os ensaios com vegetais modificados em campo. No Brasil, a liberação intencional para pesquisa só pode ocorrer em uma área previamente credenciada, que recebe um Certificado de Qualidade em Biossegurança, que atesta a aptidão para o desenvolvimento de todas as atividades previamente descritas. Este credenciamento prévio diferencia o Brasil dos demais países.
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