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Secretária da Agricultura visita o IAC
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Por Fernanda Domiciano – Estagiária – Assessoria de Imprensa – IAC
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A secretária da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Mônika Bergamaschi, visitou o Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, em 30 de janeiro. Na ocasião, ela conheceu campos, experimentos e laboratórios do IAC, no Centro Experimental Central (CEC), e acompanhou as obras de restauro do tradicional Prédio D. Pedro II, na Sede do Instituto. Bergamaschi foi acompanhada pelo diretor-geral do IAC, Hamilton Humberto Ramos, do coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Orlando Melo de Castro, e do pesquisador do IAC e diretor substituto do CEC, Valdemir Antonio Peressin.
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De acordo com Ramos, a visita foi importante para que Bergamaschi conhecesse de perto a estrutura do Instituto. “A secretária pôde conhecer parte das pesquisas que estamos desenvolvendo e nossa infraestrutura. Isso é de extrema importância para o andamento dos nossos trabalhos”, disse o diretor do IAC.
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Segundo Castro, a secretária pôde também visualizar as obras de melhorias feitas no IAC. “A principal obra que a secretária queria acompanhar era a de restauro do Prédio D. Pedro II. Foi ela quem liderou junto ao Governador, Geraldo Alckmin, para que a restauração ocorresse. Nosso grande interesse é a preservação do patrimônio e fazer investimentos adequados na nossa estrutura para agregar melhorias nas pesquisas científicas”, afirmou o coordenador da APTA.
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Pela primeira vez no CEC depois de ser empossada, a secretária percorreu os 692 hectares do Centro e visualizou os experimentos de feijão, milho, milho-pipoca, gergelim e soja do Instituto, além dos ensaios de plantio-direto na palha e de conservação do solo.
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Bergamaschi conheceu também os bancos de germoplasma de seringueira e palmeiras. Os bancos ativos de germoplasma são coleções de plantas indispensáveis às pesquisas agrícolas com melhoramento genético — o carro-chefe do IAC.
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Durante a visita, a secretária se interessou por conhecer também a coleção de cafeeiros do IAC. “Onde ficam aqueles cafés gigantes?”, perguntou, referindo-se à Coffea liberica – espécie selvagem de café, não usada comercialmente e que tem mais de 60 anos.
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O banco de germoplasma de café do IAC começou a ser formado na década de 30, quando foi estabelecido o programa de melhoramento genético do cafeeiro. A coleção é composta por 18 espécies comerciais e silvestres de café e é a mais importante e representativa do gênero Coffea no Brasil.
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“Cerca de 95% do café arábica plantado no Brasil tem origem no IAC. A diferença de produtividade entre o café de origem, introduzido no Brasil e o café melhorado geneticamente é de cerca de 250%. Se não fosse o IAC, a área plantada de café no País teria que ser de três a quatro vezes maior do que é hoje”, explicou Ramos à secretária.
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Bergamaschi conheceu a antiga casa do Chefe da Fazenda, hoje Centro de Convivência Infantil (CCI), usada como creche para filhos de servidores do Instituto, a Unidade Beneficiadora de Sementes (UBS) e o Quarentenário do IAC. “No Brasil existe apenas dois quarentenários destinados à recepção de todos os tipos de plantas, incluindo as transgênicas”, informou Castro.
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Depois de percorrer os 14 km da área ocupada pelo Centro Experimental do IAC, Bergamaschi seguiu para a Sede do Instituto, onde acompanhou as obras de restauro do famoso Prédio D. Pedro do IAC e conversou com engenheiro civil responsável pela obra, Herbert Faustino. “Ela gostou muito do que viu”, afirmou Castro.
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Considerado o cartão postal do Instituto e até mesmo da cidade de Campinas, o prédio terá a fachada externa e o telhado restaurados, além da recuperação e pintura do muro externo e do calçamento do parque. Em 2012, o prédio D. Pedro completará 100 anos com a mesma fachada.
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O anúncio do restauro foi feito em 11 de novembro pelo Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, durante o encerramento da Agenda Metropolitana. A previsão é que a obra seja finalizada até junho de 2012, quando o IAC completará 125 anos.
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