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Mancha marrom de alternária, que exige muitas pulverizações em tangerinas, é tema de palestra na Semana da Citricultura realizada pelo IAC
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Principal evento de citros em São Paulo é realizado de 6 a 10 de junho, em Cordeirópolis
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Por Carla Gomes (MTb 28156) – Assessora de Imprensa – IAC e Fernanda Domiciano – Estagiária
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A mancha marrom de alternária — principal doença fúngica que ataca os pomares de tangerinas — tem sido responsável, em conjunto com outros fatores, pela redução de 200 toneladas, por ano, na produção brasileira desse grupo de citros, entre os anos de 2006 e 2008, reduzindo a área de plantio no Brasil em 12%, segundo dados do IBGE. Essa doença será tema de palestra na 33ª Semana de Citricultura, realizada pelo Instituto Agronômico (IAC), no Centro de Citricultura Sylvio Moreira, em Cordeirópolis, de 6 a 10 de junho de 2011, período em que acontecem também o 42° Dia do Citricultor e a 37ªExpocitros.
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A palestra “Atualização sobre o manejo da mancha marrom de alternária” será ministrada pelo pesquisador do IAC, Fernando Alves de Azevedo, no dia 8 de junho, às 14h. O objetivo é transferir informações atualizadas aos produtores sobre a doença que é, juntamente com o greening, o principal desafio no cultivo de tangerina. O controle da mancha marrom de alternária (MMA) exige cerca de 18 pulverizações. Para se ter ideia do que isso representa, em comparação com o controle de pinta preta nos pomares de laranjas, são necessárias cinco aplicações, aproximadamente, o que já onera bastante o produtor.
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A 33ª Semana de Citricultura terá ainda palestras sobre novidades de porta-enxertos, a climatologia do Estado de São Paulo no contexto da citricultura, além do uso de adjuvantes no controle de pragas e doenças em citros e sua relação com o custo de produção (veja programação completa abaixo).
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As condições ideais para o desenvolvimento do fungo causador da doença são encontradas justamente nas principais regiões citrícolas do País – São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Sergipe e Rio de Janeiro. “Essa doença se propaga muito bem a temperaturas médias entre 22 e 27ºC e molhamento contínuo superior a 12 horas”, diz Azevedo. O pesquisador do IAC explica que essas condições climáticas são encontradas em todas as regiões produtoras de tangerina do Brasil. “Em algumas não o ano todo, mas em grande parte”, afirma o pesquisador do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
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Para controle da doença é necessária a aplicação de fungicidas e uso de práticas corretas de manejo. Os custos de produção se elevam diante da elevada necessidade de aplicações de defensivos. O produtor deve também fazer poda de limpeza de inverno para retirada de material doente ou morto. “O fungo fica alojado nos ramos secos e folhas. Retirando essas partes doentes, eliminamos a fonte da doença”, explica Azevedo.
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Outro agravante para sua manifestação é a interação com a larva minadora dos citros (LMC), praga muito disseminada nas lavouras de tangerina. “O inseto da LMC come a folha da tangerina e faz ferimentos que facilitam a entrada da mancha marrom de alternária”, esclarece.
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Ponkan e Murcott são as variedades de tangerina mais plantadas comercialmente no Brasil, mas possuem suscetibilidade ao fungo. Duas variedades da fruta já desenvolvidas pelo IAC são resistentes à doença: a Thomas e Fremont. Além dessas, outras variedades de mexericas e híbridos também estão em estudo no IAC. Segundo Azevedo, essas duas variedades IAC — que têm custo de produção muito inferior — se diferem da Ponkan e Murcott na aderência da casca, época de maturação e sabor. “Temos nos preocupado com essa doença em nossas pesquisas do Programa de Melhoramento Genético. O IAC tem estudado além do melhoramento, o manejo e controle biológico”, afirma.
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A mancha marrom de alternária chegou ao Brasil no ano de 2001 e se manifesta em vários países, como Argentina, Estados Unidos, Austrália, Itália e Israel. Segundo Azevedo, a doença é causada pelo fungo Alternária alternata, que produz uma toxina de ação específica em tangerina, denominada ACT. “A infecção ocorre em folhas, ramos e frutos em desenvolvimento, ocasionando desfolha nos ponteiros, seca dos ramos novos e queda prematura dos frutos”, explica.
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Em 2006, a tangerina era a quinta fruta mais cultivada do Brasil, ficando atrás somente da laranja, banana, coco-da-baía e mamão. O País plantava 61 mil hectares da fruta e tinha uma produção de 1.3 milhão de toneladas. No ano de 2008, a tangerina passou para a oitava colocação no ranking, perdendo lugar para uva, manga e maçã. A produção caiu para 1.1 milhão de toneladas e a área de cultivo para 54 mil hectares. Todas as outras frutas que estavam à frente da tangerina aumentaram suas produções. De acordo com Azevedo, essa diminuição se deve à perda de interesse do agricultor no cultivo da fruta, em razão do alto custo de produção.
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Semana da Citricultura
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A 33ª Semana da Citricultura, realizada de 6 a 10 de junho de 2011, é realizada pelo Centro de Citricultura Sylvio Moreira do IAC e é considerado o principal evento de citros do Estado de São Paulo. Serão realizados também, como parte do evento, o 42º Dia do Citricultor – comemorado no dia 6 – e a 37ª Expocitros. A participação é gratuita.
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Este ano, o evento contará com mais de 40 palestras, ministradas por pesquisadores do IAC, pelo ex-secretário da agricultura João Sampaio, além de palestrantes da Universidade da Flórida (EUA), Universidade de Valencia (Espanha), Instituto de Economia Agrícola (IEA), UNESP, ESALQ/USP, UNIARA-Araraquara, Ministério da Agricultura, Fundecitrus, Associtrus, Citrus BR, Ceagesp e técnicos e consultores de empresas privadas.
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Como é tradicional na Semana, o IAC entregará o Prêmio “Centro de Citricultura” e o Prêmio “Engenheiro Agrônomo Destaque da Citricultura”. Os agraciados serão, respectivamente, o citricultor Edvaldo da Costa Mello, do Com. Frutas Costa Mello Ltda e o engenheiro agrônomo Armando Bergamin Filho, da ESALQ/USP.
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Serviço
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Evento: 33ª Semana da Citricultura, 42º Dia do Citricultor e 37º Expocitros
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Data: De 6 a 10 de junho de 2011
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Local: Centro de Citricultura Sylvio Moreira IAC
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Endereço: Rodovia Anhanguera, km 158 – Cordeirópolis – SP
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Programação
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6 de junho - segunda-feira
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DIA DO CITRICULTOR
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Coordenação: Lenice M. do Nascimento, Centro de Citricultura/IAC
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Apoio: Luis Fernando Carvalho Silva e Vandeclei Rodrigues
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13:30 Recepção de autoridades
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14:00 Hasteamento de bandeiras e execução do Hino Nacional
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14:15 Sessão de abertura
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14:30 Espaço aberto
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• Prêmio Gconci “Hall da Fama” ao Eng. Agr. Walkmar Brasil de
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Souza Pinto, CATI Bebedouro
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• Certificação ISO 9001:2008 pela BSI à Citrograf Mudas
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• Homenagem a pesquisadora Maria Luísa P.N. Targon
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15:00 Prêmio “Centro de Citricultura”, edição 2011, ao Citricultor
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Edvaldo da Costa Mello, Com. Frutas Costa Mello Ltda.
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15:15 Prêmio “Engenheiro Agrônomo Destaque da Citricultura”,
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edição 2011, ao Eng. Agr. Armando Bergamin Filho, Esalq/USP
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15:30 Pronunciamento do Senhor Secretário de Agricultura e
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Abastecimento do Estado de São Paulo
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16:00 Encerramento - Visita à Expocitros
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7 de junho - terça-feira
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Simpósio: Tecnologia de aplicação de defensivos em citros
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Presidente de mesa: Pedro Takao Yamamoto, Esalq/USP
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Coordenação: Juliana Freitas-Astúa, Embrapa - Centro de Citricultura/ IAC
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Apoio: Adriano Malosso e Kleber Martins Borges
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08:30 Uso de ultra baixo volume terrestre para controle de psilídeos
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em citros
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José Luiz Silva, Gravena Ltda.
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09:15 Importância da pulverização aérea no manejo de pragas de citros
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Marcelo Miranda, Fundecitrus
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10:00 Intervalo - Visita à Expocitros
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10:30 Aspectos técnicos da pulverização aérea
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Yasuzo Ozeki, consultor
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11:15 Impacto ambiental da pulverização aérea nos polinizadores
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Osmar Malaspina, Unesp/Rio Claro
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12:00 Debate
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12:30 Almoço - Visita à Expocitros
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Sessão: Inovação tecnológica e manejo de pomar
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Presidente de mesa: Eduardo Sanches Stuchi, Embrapa e EECB
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Coordenação: Rodrigo M. Boaretto, Centro de Citricultura/IAC
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Apoio: Luis Fernando Carvalho Silva e Vandeclei Rodrigues
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13:30 Climatologia do Estado de São Paulo e a citricultura: importância
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das parcerias institucionais
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Orivaldo Brunini, Centro de Ecofisiologia/IAC
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14:00 Componentes do balanço de água no solo explorado pela planta
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cítrica
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Paulo Leonel Libardi, Esalq/USP
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14:30 A fertirrigação como ferramenta para a produção de citros
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Emerson Fachini, Centro Universitário de Araraquara/UNIARA
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15:00 Intervalo - Visita à Expocitros
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15:30 Normas de Qualidade e Classificação dos Citros de Mesa:
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10 anos depois
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Anita de Souza Dias Gutierrez, Ceagesp
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16:00 Novidades em porta-enxertos de citros
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Jorgino Pompeu Jr., Centro de Citricultura/IAC
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16:30 Importância da proteção do banco de germoplasma para a
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citricultura
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Marinês Bastianel, Centro de Citricultura/IAC
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17:00 Boas práticas para a produção de mudas cítricas
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Joaquim Dragone, Vivecitrus
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17:30 Uso de adjuvantes no controle de pragas e doenças em citros e sua
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relação com o custo de produção
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Hamilton Humberto Ramos, Instituto Agronômico/IAC
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18:00 Encerramento - Visita à Expocitros
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19:00 Palestras de empresas da Expocitros
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(verificar programação com empresas)
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8 de junho - quarta-feira
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Sessão: Fitossanidade I
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Presidente de mesa: João Roberto Spotti Lopes, Esalq/USP
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Coordenação: Valdenice Moreira Novelli, Centro de Citricultura/IAC
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Apoio: Luis Fernando Carvalho Silva e Vandeclei Rodrigues
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08:30 Como manejar o ataque de lagartas nos pomares de citros
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Sérgio Benvenga, Gravena Ltda.
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09:00 Eficiência de inseticidas no controle de psilídeos em citros
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Pedro Takao Yamamoto, Esalq/USP
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09:30 Manejo de cochonilhas e causas de desequilíbrio
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Marcelo Fardini, Gravena Ltda.
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10:00 Intervalo - Visita à Expocitros
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10:30 Efeito de produtos fitossanitários no comportamento do ácaro da
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leprose
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Nádia F. Bertan Casarin, Esalq/USP
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11:00 Biologia e manejo da mosca negra dos citros
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Santin Gravena, Gravena Ltda.
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11:30 Uma reflexão sobre a pulverização foliar de inseticidas em citros
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Danilo Franco, Gtacc
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12:00 Manejo ecológico de pragas e a profissão pragueiro em tempos
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de HLB
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Santin Gravena, Gravena Ltda.
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12:30 Almoço - Visita à Expocitros
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Sessão: Fitossanidade II
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Presidente de mesa: Eduardo Feichtenberger, Instituto Biológico
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Coordenação: Kátia Cristina Kupper, Centro de Citricultura/IAC
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Apoio: Adriano Malosso e Kleber Martins Borges
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14:00 Atualização sobre o manejo da mancha marrom de alternária
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Fernando Alves de Azevedo, Centro de Citricultura/IAC
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14:30 Estratégias para manejo da podridão floral dos citros
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Geraldo José da Silva Junior, Fundecitrus
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15:00 Aspectos atuais no controle da mancha preta dos frutos cítricos
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Antonio de Goes, FCAV/Unesp
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15:30 Intervalo - Visita à Expocitros
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16:00 Tolerância da laranjeira Navelina ISA 315 à CVC
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André Luiz Fadel, Esalq/USP
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16:30 Utilizando informações do genoma da Xylella fastidiosa para
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controle da CVC
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Alessandra Alves de Souza, Centro de Citricultura/IAC
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17:00 Indutores de resistência das plantas cítricas, ativadores das
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fitoalexinas
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Luis Carlos Espinosa Montagudo, Universidade de Valencia, Espanha
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19:00 Palestras de empresas da Expocitros
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(verificar programação com empresas)
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9 de junho - quinta-feira
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Sessão: Economia e Política Citrícola I
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Presidente de mesa: José Eduardo M. Teófilo, Gconci
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Coordenação: Arthur A. Ghilardi, Centro de Citricultura/IAC
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Apoio: Adriano Malosso e Kleber Martins Borges
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08:30 Estimativa de safra de laranja no Estado de São Paulo
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Valquíria da Silva, Instituto de Economia Agrícola
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09:00 Perspectivas da citricultura paulista
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Margarete Boteon, Cepea/Esalq/USP
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09:30 Cenário geral e futuro da citricultura
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Flávio de Carvalho Pinto Viegas, Associtrus
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10:00 Intervalo - Visita à Expocitros
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10:30 O mercado externo de suco
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Cristian Lohbauer, CitrusBR
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11:00 Mercado de suco: visão do comprador e do consumidor
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Ademerval Garcia, G2G Trading Services GmbH, Suíça
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11:30 Consecitrus
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João de Almeida Sampaio Filho, produtor rural
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12:00 Debate
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12:30 Almoço - Visita à Expocitros
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Sessão: Economia e Política Citrícola II
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Presidente de mesa: Leandro Aparecido Fukuda, Gtacc
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Coordenação: Sérgio Alves de Carvalho, Centro de Citricultura/IAC
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Apoio: Luis Fernando Carvalho Silva e Vandeclei Rodrigues
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13:30 Coral Coopercitrus
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14:30 Centro de Citricultura: destaques
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Marcos A. Machado, Centro de Citricultura/IAC
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15:00 Análise benefício-custo da defesa fitossanitária na citricultura:
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um estudo para o HLB
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Sílvia Helena Galvão de Miranda, Esalq/USP
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15:30 Gestão sustentável da citricultura: estudo do custo de manejo
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do HLB
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Margarete Boteon, Cepea/Esalq/USP
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16:00 Intervalo - Visita à Expocitros
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16: 30 Planejamento e gestão estratégica de empreendimentos citrícolas
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Frederico Fonseca Lopes, Markestrat
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17:00 Uma citricultura ameaçada: perspectivas
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Fábio Di Giorgi, Louis Dreyfus Commodities
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17:30 Encerramento - Visita à Expocitros
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19:00 Palestras de empresas da Expocitros
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(verificar programação com empresas)
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10 de junho - sexta-feira
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Sessão: Cancro Cítrico e Huanglongbing (HLB)
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Presidente de mesa: Cícero A. Massari, Fundecitrus
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Coordenação: Helvécio Della Coletta Filho, Centro de Citricultura/IAC
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Apoio: Adriano Malosso e Kleber Martins Borges
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08:30 Importância da prevenção e inspeção para o controle do cancro cítrico
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José Belasque Jr., Fundecitrus
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09:00 Sistema de mitigação de risco para o cancro cítrico
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Elyson Santos Amaral, DSV/MAPA
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09:30 Épocas favoráveis para a inspeção de HLB e controle do psilídeo
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dos citros
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Renato B. Bassanezi, Fundecitrus
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10:00 Intervalo - Visita à Expocitros
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10:30 Uso de inseticidas fisiológicos no manejo de psilídeos em citros
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José Luiz da Silva, Gravena Ltda.
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11:00 Manejo da resistência do psilídeo dos citros a inseticida
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Celso Omoto, Esalq/USP
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11:30 Potencial de uso de Tamarixia radiata como um componente do
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manejo do HLB
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José Roberto P. Parra, Esalq/USP
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12:30 Estratégias para o controle do psilídeo dos citros
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Philip A. Stansly, IFAS/University of Florida, USA
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13:00 Discussão e encerramento
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