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IAC é homenageado pela empresa Illycaffè

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Por Fernanda Domiciano – Estagiária – Assessoria de Imprensa - IAC
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Estima-se que 90% dos mais de quatro bilhões de cafeeiros do tipo arábica do Brasil sejam provenientes de cultivares desenvolvidas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Referência nacional nos estudos de cafeicultura, o IAC foi homenageado pela empresa Illycaffè no dia 18 de março, às 8h30, no Auditório da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, na Capital paulista. A cerimônia aconteceu durante o Seminário “Criando Valor a partir do Conhecimento e da Sustentabilidade” – 20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso, realizado pela Universidade do Café Brasil.
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Segundo convite enviado pela empresa Illy ao Diretor-geral do IAC, Marco António Teixeira Zullo, o Instituto Agronômico foi agraciado com uma homenagem especial pela “colaboração no incentivo e desenvolvimento da cafeicultura”.
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De acordo com o pesquisador do IAC e diretor do Centro de Café IAC “Alcides Carvalho”, a manifestação da Illy é de extrema importância para o Instituto. “A homenagem é o reconhecimento por parte de uma empresa que se preocupa bastante com a qualidade do café e o IAC contribuiu para a cafeicultura brasileira, sobretudo, com a qualidade. É um reconhecimento prestado a um Instituto que já se dedica há 80 anos a pesquisas para o desenvolvimento da cafeicultura nacional”, diz.
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Histórico
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O Instituto Agronômico de Campinas foi criado em 1887 para auxiliar tecnicamente ao desenvolvimento da cafeicultura nacional. O programa de melhoramento genético do cafeeiro vem sendo desenvolvido no Instituto desde 1932 e já gerou um grande número de materiais que vem sendo lançados e recomendados para o plantio nas mais diversas regiões do estado de São Paulo e do Brasil.
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Algumas cultivares não são mais plantadas em escala comercial em solo brasileiro, mais tiveram importância marcante na história da cafeicultura nacional e ainda são bases da cafeicultura de diversos países. Como exemplos, há as cultivares Caturra Vermelho IAC 477 e Caturra Amarelo IAC 476, que foram selecionadas a partir de 1937.
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As seleções de Mundo Novo, lançadas em 1952, e posteriormente em 1977, são quase 250% mais produtivas que o café Nacional introduzido no Brasil, em 1927, e representam ainda hoje cerca de 35% do café arábica cultivado no Brasil. Na década de 70, o IAC lançou as cultivares Catuaí Vermelho e Catuaí Amarelo de porte baixo, que modificaram sistemas de produção e aumentaram a lucratividade dos produtores.
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Em 2000, foram lançadas pelo Instituto as cultivares Obatã e Tupí, de porte baixo e com resistência à ferrugem do cafeeiro, indicadas para plantios adensados, superadensados, adensados mecanizáveis ou em renque. Juntamente com a cultivar Ouro Verde, as três cultivares têm sido importantes para a cafeicultura moderna, tanto para agricultura familiar, como para grandes empresários.
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Illycaffè
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O Seminário “Criando Valor a partir do Conhecimento e da Sustentabilidade” – 20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso marcou os 20 anos de contribuições da Illy para a qualidade do café brasileiro.
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O evento teve como palestrantes os professores José Goldemberg, Carlos Clemente Cerri e Décio Zylbersztajn, que discutiram e apresentaram as novidades ligadas à sustentabilidade da produção do café brasileiro.
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Na noite do dia 18 houve também a entrega do 20º Prêmio Ernesto de Qualidade do Café para Espresso. Segundo o convite enviado ao IAC no evento foram "homenageados os melhores cafeicultores brasileiros, que se destacaram na produção de cafés finos”.
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A empresa já premiou nesses 20 anos mais de mil cafeicultores e distribuiu mais de R$ 4 milhões de reais em prêmios.
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