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Pós-Graduação IAC tem aula inaugural
Aulas começam nesta terça, 2.
Por Carla Gomes (MTb 28156) - Assessora de Imprensa - IAC
O Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, realizou nesta segunda-feira, 1, a aula inaugural do ciclo 2010-2012 para o curso de mestrado da Pós-Graduação IAC em Agricultura Tropical e Subtropical. A apresentação foi feita no auditório da Sede do Instituto. Além dos alunos, estiveram presentes professores do curso e coordenadores, além da diretora-substituta do IAC, Rose Mary Pio, e do coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Orlando Melo de Castro. O início das aulas será no dia 2 de março.
Durantes as boas vindas e como forma de expor parte da riqueza existente na Instituição onde os mestrandos acabam de ingressar, Rose Pio destacou algumas das contribuições do IAC, iniciando pelos produtos que integram o café da manhã dos brasileiros, como o próprio café e o trigo usado nos pães, passando por outras refeições, com macarrão, vinho produzido com uvas IAC, arroz e feijão, até chegar às frutas de caroço, citros e flores. A diretora-substituta comentou ainda sobre as pesquisas em agroenergia, a exportação de tecnologias canavieiras para outros Estados e países e a presença das variedades de cana IAC em 20% dos canaviais brasileiros. Ressaltou também as tecnologias sobre solos e recursos hídricos. “Éramos 14 milhões de habitantes quando D.Pedro II fundou o IAC”, disse ao finalizar a fala — dando a dimensão do transcorrer do tempo e da atuação ininterrupta do Instituto — para então reforçar as boas vindas aos pós-graduandos.
A coordenadora da Pós-Graduação do IAC, Adriana Parada Dias da Silveira, apresentou os principais aspectos do curso aos recém-chegados. O mestrado tem duração de dois anos, com 140 créditos obrigatórios, sendo 50 deles em disciplinas e 90 dedicados à dissertação. A coordenadora ressaltou que esse é o conteúdo obrigatório, mas que o aluno pode e deve fazer mais que isso. Adriana Silveira reforçou a fala do coordenador da APTA, que sugeriu aos mestrandos participarem ativamente da Instituição durante os dois anos que estivem no curso. Participar, esclareceu Adriana, é integrar-se a outras áreas, além da envolvida na tese. Ela reforçou que a interação com o Instituto contribui para agregar conhecimento e resultados que poderão beneficiar a carreira do mestrando. Após a aula, o grupo seguiu para visitar a fazenda Santa Elisa do IAC, em Campinas.
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