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IAC expõe novidades na Agrishow 2007

Instituto Agronômico completa 120 anos em 2007 com fibra, energia e segurança (26/04/2007)


Por Carla Gomes (MTb 28156) ? Assessora de Imprensa ? IAC
O Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, traz para a Agrishow 2007 novidades em variedades e em tecnologias de aplicação de defensivos. Neste ano, em que o Instituto faz seu 120º aniversário, os resultados expostos retratam o perfil institucional: fibra, energia e segurança. São produtos da pesquisa agrícola que representam redução de custos de produção e de impactos ambientais, já que os estudos têm foco na agricultura sustentável. O público da Feira poderá conhecer as três novas variedades desenvolvidas pelo IAC: o algodão IAC 25, a mamona IAC 2028 e o milho-pipoca IAC 125.
A Feira, que acontece em Ribeirão Preto, de 30 de abril a 5 de maio, é uma oportunidade para o público conhecer as ferramentas geradas por esse Instituto da APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Durante o evento acontecerá o pré-lançamento do ?Projeto de Qualidade em Tecnologia de Aplicação de Agrotóxicos?, que conta com a utilização de um laboratório móvel destinado ao aperfeiçoamento do trabalho de pulverização. Um veículo adaptado para realizar avaliações de pulverizadores e oferecer treinamento aos aplicadores, que será levado a propriedades rurais e a eventos ? onde a tecnologia será transferida diretamente aos usuários aplicadores de agroquímicos. No laboratório móvel, destinado ao aperfeiçoamento do trabalho de pulverização, serão realizadas análises com base em normas internacionais para pulverizadores em uso (BS EN 13790). O laboratório, chamado Tecmóvel, ainda está sendo equipado, mas o público da Agrishow poderá conhecer uma prévia do veículo. Dentre outros benefícios, a atividade auxiliará a reduzir perdas causadas por mau estado de conservação do pulverizador. De acordo com o pesquisador responsável pelo trabalho, Hamilton Humberto Ramos, essas avaliações serão feitas segundo normas ISO (do inglês, International Standards Organization) e, entre outras contribuições, qualificarão os produtores atendidos a participarem de programas de certificação. ?Esse trabalho também auxiliará os produtores a identificar elementos de desperdício na pulverização que, quando solucionados, trarão benefícios ao produtor e ao ambiente?, acrescentou.
O projeto pioneiro, que conta com o apoio da FUNDAG (Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola) e da empresa Arysta, viabilizará a realização de treinamentos teórico-práticos diretamente nas propriedades. O objetivo é promover a interação entre o operador e o equipamento, a fim de elevar a qualidade da aplicação, reduzir desperdícios e riscos à saúde do aplicador e do ambiente.
Ainda na área de aplicação de defensivos, será lançado o programa de computador Smart Spray ? que auxiliará na avaliação de pulverização nas lavouras de cana-de-açúcar, de grãos e de fibras. O uso dessa tecnologia possibilitará a identificação do alvo químico e o fornecimento, por meio de computador, de dados sobre a situação e a necessidade de aperfeiçoamento dos procedimentos adotados. Esse software viabilizará avanços na qualidade de pulverização, com baixa de desperdício e conseqüente redução de custos e de impactos ambientais. O Smart-Spray interpreta as informações e responde ao produtor se a atividade está adequada ou, caso necessário, informa sobre como corrigi-la. O uso desse recurso permite ao produtor conhecer a qualidade da pulverização, reduzindo o volume de calda e o número de aplicações por ciclo da cultura.
Em mais essa ação pioneira, as pesquisas IAC revelam o foco preservacionista dos estudos, gerando soluções que contribuem para a atividade agrícola ser sustentável do ponto de vista ambiental e viável economicamente. Com esse foco ambiental e de olho nos mercados, o IAC comemora mais de um século de trabalho neste ano, quando serão lançadas outras tecnologias agrícolas. A Instituição fundada por D.Pedro II, em 27 de junho de 1887, continua atuante e de portas abertas para receber a todos que cedo madrugam para cuidar ? no campo ou na cidade ? de todos os produtos agrícolas que fazem parte do dia-a-dia de todos nós mortais.
Fibra e Energia são opções para a agricultura
A variedade de algodão IAC 25 RMD (Resistência Múltipla a Doenças), que será exposta na Agrishow, deve representar redução nos custos de produção, graças ao menor uso de defensivos e à produtividade alcançada. Mais que isso, deve garantir maior estabilidade de produção física e econômica na atividade. A IAC 25 RMD é resistente, ou pelo menos tolerante, a oito doenças, entre elas as três mais destrutivas como nematóides, Murcha de Fusarium e ramulose. As demais são Mancha angular, Mancha de Stemphyllium e Doença azul. Além disso, a IAC 25 RMD possui tolerância elevada à alternaria, ferrugem e ramularia. A variedade destaca-se pela resistência múltipla a doenças a nove dos patógenos mais importantes que ocorrem no Brasil e que constituem, hoje, o principal problema da cotonicultura nacional. Com essa característica, o produtor desse material deixará de realizar, no mínimo, duas ou três aplicações de defensivos para controle de doenças. Essa redução reflete também no meio ambiente, que deixará de sofrer os impactos dessas aplicações, além de reduzir o custo da lavoura, hoje avaliado em U$ 1.500,00, por hectare.
De acordo com o pesquisador Reginaldo Roberto Luders, esse desempenho foi 25% melhor que a IAC 24, sua antecessora, e 20% melhor que a cultivar utilizada como testemunha nos ensaios. O novo material destaca-se também em porcentagem e qualidade de fibra, com características similares às de variedades importadas. Segundo o pesquisador, a introdução dos importados no País foi estimulada justamente em função dessas características, que agora estão reunidas no produto IAC. ?As empresas de fiação terão maior aceitação por esta variedade, já que ela apresenta uma fibra de melhor qualidade, mais resistente?, afirma Luders.
Além da resistência e da produtividade, a IAC 25 não é muito exigente em nutrientes, produzindo bem com adubações normalmente recomendadas para a cultura. ?Devido ao vigor das plantas, constitui opção para plantio em glebas menos férteis?, diz. Por outro lado, quando cultivada em ambientes e tecnologias favoráveis, apresenta altas produtividades.
Com ciclo de 150 a 170 dias do plantio a colheita, a IAC 25 é uma planta relativamente alta, mas esse porte pode ser manejado com o uso de regulador de crescimento, prática comum entre os cotonicultores que utilizam a colheita mecanizada. A novidade poderá contribuir para o cenário da cotonicultura no Brasil, que tem uma área de 1.046.900 ha, com safra 22,3% superior à de 2005/06, com produção estimada em 2.175.500 toneladas de algodão em caroço. São Paulo contribui com aproximadamente 30 mil hectares, pois perdeu espaço para a cana.
Bioenergia
A energia que vem do campo também estará representada na vitrine tecnológica do IAC. A nova variedade de mamona IAC 2028 ? com teor de óleo de 47% e alto potencial produtivo ? poderá ser conhecida pelo público da Feira. De ciclo precoce, em torno de 150 a 180 dias, a IAC 2028 é de porte baixo, com no máximo 180 cm, e viabiliza a colheita mecanizada. A produtividade média é de 1950 kg/ha, resultado que superou em 15,8% o desempenho da IAC Guarani ? uma das variedades mais plantadas no País. A IAC 2028 adapta-se melhor ao cultivo nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e em algumas regiões do Nordeste.
Milho-Pipoca
Os visitantes da Agrishow poderão conhecer também o híbrido de milho pipoca IAC 125 ? de alta qualidade de pipoca e grande rendimento na produção de sementes. O IAC 125 diferencia-se por ser a variedade nacional de pipoca com maior capacidade de expansão e maior produtividade de sementes. ?A conseqüência dessas qualidades é o menor custo da semente?, explica o pesquisador do IAC, Eduardo Sawazaki.
Adaptado às principais regiões produtoras de milho pipoca da região Centro-Sul do Brasil, o IAC 125 tem boa resistência às principais doenças foliares do milho. Com grãos tipo pérola de cor laranja forte, o IAC 125 é um híbrido top cross de milho-pipoca. Essa pesquisa teve a participação das unidades regionais da APTA de Mococa, Capão Bonito e Monte Alegre do Sul.
Transferência de Tecnologia
Os visitantes da vitrine tecnológica do IAC, montada na Agrishow, terão a oportunidade de conhecer a variedade de arroz IAC 300 ? tipo especial arbóreo para a culinária italiana, lançada em fevereiro deste ano pelo IAC. É a primeira variedade específica para risoto adequada para o cultivo no Estado de São Paulo ? maior consumidor de arroz do País e também o Estado com maior influência da culinária italiana. Por enquanto, todo o arbório consumido no Brasil é importado.
Para os agricultores, a IAC 300 abre nova opção no segmento da rizicultura, com a possibilidade de cultivar arroz especial com alto valor agregado. E mais: a IAC 300 pode ser cultivada com os mesmos custos de produção do arroz agulhinha, porém com produto que tem preço entre R$ 12,00 e R$ 15,00, o quilo. ?A expectativa é que produtor da IAC 300 tenha lucro de 2,5 a três vezes superior ao alcançado com o arroz agulhinha?, diz o pesquisador do IAC, Cândido Ricardo Bastos, integrante da equipe responsável pelo desenvolvimento da nova variedade.
Os modos de produção da IAC 300 também são os mesmos do arroz agulhinha. ?O cultivo de arroz tipo especial requer apenas mentalidade especial do produtor?, diz o pesquisador ao esclarecer que esses tipos exigem postura diferenciada do agricultor, como o cuidado de não misturar o grão especial com outros comuns.
De acordo com o pesquisador, a nova variedade IAC 300 pode ser produzida em qualquer região de São Paulo, no sistema inundado. Porém, Bastos destaca que a formação do amido ? responsável pela cremosidade do risoto ? é altamente influenciada pelo ambiente. ?A amilose, que dá a cremosidade ao arroz, pode variar em até 8%, dependendo do clima?, explica. Segundo ele, o ideal é haver temperaturas mínimas noturnas de 22º, característica presente no Vale do Paraíba. ?O objetivo é tornar o Vale um pólo produtor de arroz tipo especial?, afirma em relação à principal região paulista produtora de arroz. Em Pindamonhangaba, onde estão os campos experimentais da IAC 300, é também produzido o arroz preto IAC 600, desenvolvido pelo IAC e já disponível no mercado.
Essa novidade é um dos exemplos da atuação do IAC, que direciona algumas pesquisas para outros nichos de mercado, viabilizando aos produtores ocuparem espaços diversificados. Em São Paulo, os produtores paulistas não têm como concorrer com o arroz produzido no Sul do País e na Argentina. A solução são os mercados específicos, com variedades diferenciadas que garantem relevante agregação de valor ao produto. É o caso do Arroz IAC 300, do arroz preto IAC 600 e do Abacaxi IAC Gomo de Mel, que dispensa a descasca. São produtos que se destacam aos olhos do consumidor e garantem aos produtores rendimentos bem melhores. O Arroz Preto IAC 600, por exemplo, é vendido a R$ 25,00 o quilo.
IAC lança laboratório móvel para análise de pulverizadores e orientação de aplicadores
Tecnologia é pioneira ao analisar a qualidade da aplicação de defensivos a partir da interação entre aplicadores e equipamentos
Por Igor Carvalho ? Assessoria de Imprensa IAC
Para obter uma pulverização eficaz é preciso uma interação entre um bom equipamento e um aplicador de agroquímicos bem treinado. Apesar de essas medidas reduzirem os prejuízos ocasionados pelo desperdício de defensivos, garantirem um controle fitossanitário seguro e não prejudicar o ambiente, estudos apontam que muitos agricultores nunca tiveram a oportunidade de receber nenhum tipo de treinamento. Para atender a essa demanda e otimizar esse tipo de trabalho, o Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, em parceria com a empresa de agroquímicos Arysta, irá lançar, na Agrishow 2007, o ?Projeto de Qualidade em Tecnologia de Aplicação de Agrotóxicos? ? também conhecido como ?Aplique bem?. A apresentação dessa nova tecnologia acontecerá no plot da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, dia 1º de maio, às 14h.
Esse projeto diferencia-se de outros trabalhos da área por ser o primeiro capaz de analisar a qualidade da pulverização. De acordo com o pesquisador do IAC e coordenador do projeto, Hamilton Humberto Ramos, dentro de um sistema de qualidade, nunca a máquina, o processo de aplicação e o homem foram avaliados em conjunto. Estudos realizados no IAC indicam que a aplicação de agrotóxicos tem sido otimizada ? por meio da redução no volume de calda utilizado ? entre 20% e 70%. Além disso, a comprovação do treinamento dos aplicadores e da avaliação dos pulverizadores são itens obrigatórios em qualquer sistema de certificação da produção, como o PIF e o EUREPGAP. ?Tais certificações permitem a exportação dos produtos produzidos ou, em alguns casos, sua comercialização interna a preços diferenciados?, justificou Ramos.
O trabalho será realizado, inicialmente, com a avaliação dos equipamentos e da pulverização. Esses resultados serão obtidos por meio de um veículo equipado para ser um laboratório móvel ? o Tecmóvel ? que percorrerá as propriedades do Estado de São Paulo. Segundo Ramos, as análises serão feitas baseadas em normas internacionais para pulverizadores (BS EN 13790) e que compreendem desde avaliações visuais da condição de manutenção dos aparelhos, até medições como vazão e distribuição das pontas de pulverização. ?Ao final das análises, caso os equipamentos estejam dentro de padrões de qualidade adequados, os pulverizadores receberão um selo de qualidade conferido pelo projeto. Caso não estejam, será fornecido um relatório com os principais defeitos observados e, quando necessário, orientação da forma como corrigi-los?, explicou o pesquisador do IAC.
O resultado desses testes também será usado para orientar a capacitação oferecida aos aplicadores. Por meio de treinamentos teóricos e práticos, o objetivo do Projeto é buscar uma interação entre operador e equipamento, que eleve a qualidade da aplicação, reduzindo desperdícios e riscos, tanto à saúde do aplicador como ao meio ambiente. ?Com conhecimentos de tecnologia de aplicação dos técnicos, produtores e trabalhadores podem melhorar esses processos em 100% e, somente a melhoria da relação homem e máquina é que pode levar avanços significativos nos sistemas de aplicação de agrotóxicos?, reforçou Ramos.
A tecnologia em contato com usuários
O Projeto está em fase de implantação e nesse primeiro momento atenderá produtores de hortaliças, por se tratar de uma cultura cujos conhecimentos sobre as técnicas de tratamento fitossanitário são menores, o número de aplicações por ciclo são maiores e os equipamentos utilizados são os que mais expõem o aplicador à calda de pulverização.
Ainda nessa fase inicial, os produtores atendidos serão definidos por meio da parceria entre o IAC e a Arysta. A cada semana, quatro propriedades paulistas receberão a visita do Técmovel, para as avaliações e os treinamentos. ?Apesar disso, mais de uma propriedade poderá ser atendida ao mesmo tempo, só que neste caso, os produtores deverão levar os equipamentos ao local em que o laboratório móvel estará para a avaliação?, assegurou Ramos. Por enquanto, todos os custos serão cobertos pelo Projeto, entretanto, em algum momento o agricultor ou a associação de agricultores que solicitou o serviço poderá arcar com parte dos custos de deslocamento, alimentação e hospedagem dos técnicos que realizarão o trabalho. Na parceria que viabilizou o programa ? estabelecido via convênio com a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (FUNDAG) ? ficou a critério da Arysta os gastos com materiais permanentes e os custos das avaliações e ao IAC a realização dos treinamentos e trabalhos de Campos
?Uma vez atingido um grau de operacionalidade adequado, a idéia é ampliar a parceria exportando a tecnologia para outros estados, com outros Tecmóveis atuando em outras culturas, como grãos, bem como ampliar a atuação no Estado de São Paulo, elevando o número de unidades e passando a atuar em culturas como citros e cana-de-açúcar?, ressaltou Ramos. Todos os dados coletados ao longo do Projeto serão os resultados comporão um banco de dados que orientarão programas de educação, treinamento e pesquisa no Estado de São Paulo.
Smart-Spray
Ainda com o objetivo de aumentar a eficácia dos processos de pulverização, o IAC também apresentará ao público da Agrishow, o programa de computador Smart-Spray. Essa tecnologia ? em fase de aperfeiçoamento ? é a primeira a oferecer aos produtores de grãos, fibras e cana-de-açúcar produtor informações sobre a qualidade da pulverização, através da avaliação do seu alcance sobre o alvo químico. Com isso será possível reduzir o volume de aplicação ou mesmo o número de vezes em que são realizadas por ciclo da cultura. ?Vale ressaltar, que até o momento não existe nada semelhante no setor, portanto, o programa realmente representa algo pioneiro?, disse o pesquisador Hamilton Humberto Ramos.
A partir de dados coletados por meio de papéis hidrossensíveis, esse programa realiza interpretações que responderão aos agricultores se a pulverização está adequada. ?O Smart-Sray trabalha em conjunto com o e-Sprinkle ? um programa para avaliação da pulverização ? e questiona o produtor sobre aspectos que permitem a identificação do alvo químico, orienta a colocação dos papéis hidrossensíveis e, após a análise pelo e-Sprinkle, fornece informações claras e de fácil interpretação sobre como será a eficácia da aplicação, apontando possíveis cuidados a serem tomados ou da necessidade de correções?, reforçou o pesquisador do IAC, Hamilton Humberto Ramos, que também coordena esse trabalho ? desenvolvido a partir de uma parceria entre o IAC e a empresa Entonet.
Por meio dessa tecnologia, os produtores das culturas adaptadas a esse sistema poderão reduzir os desperdícios da pulverização, causados por vários fatores dentre eles a interferência ambiental, inadequação das pontas selecionadas para o controle, principalmente no que se refere ao tamanho de gotas. Segundo Ramos, por enquanto, ainda é difícil precisar em qual porcentagem o programa otimiza a pulverização, mas os benefícios ao meio ambiente já podem ser previstos por reduzir os desperdícios de agroquímicos.
Por enquanto, o programa ainda não está disponível no mercado, mas em breve poderá ser utilizado pelos produtores de grãos, fibras e cana-de-açúcar. De acordo com o coordenador do trabalho, a forma de interpretação dos dados é diferente de uma cultura para outra, assim o sistema não pode ser o mesmo. ?Apesar disso, já está em desenvolvimento também a versão do programa aplicável a árvores e arbustos?, contou.
Os custos para implementação do programa estão a cargo da EntoNet. Nessa parceria ? que também foi viabilizada por meio da FUNDAG ? coube ao IAC estabelecer a parte técnica do sistema, as avaliações, suas interações e as interpretações dos resultados. A EntoNet providenciou os meios de transformar esses dados em um programa de computador. Elaborado o programa, o IAC o testa para avaliar a veracidade das respostas emitidas com base nas inicialmente propostas.
INSTITUTO AGRONÔMICO (IAC) NA AGRISHOW 2007
SERVIÇO

1º DE MAIO ? TERÇA-FEIRA - 16 H ? LANÇAMENTO
?Projeto de Qualidade em Tecnologia de Aplicação de Agrotóxicos?, que conta com a utilização de um laboratório móvel destinado ao aperfeiçoamento do trabalho de pulverização. O público conhecerá um veículo adaptado para realizar avaliações de pulverizadores e oferecer treinamento aos aplicadores será levado a propriedades rurais e a eventos ? onde a tecnologia será transferida diretamente aos usuários aplicadores de agroquímicos.
02 DE MAIO ? QUARTA-FEIRA ? 16 H? APRESENTAÇÃO
Apresentação de variedades ALGODÃO IAC 25 RMD ? Resistência Múltipla a Doenças
Mamona IAC 2028 ? com teor de óleo 47% e alto potencial produtivo.

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