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Nigerianos visitam IAC

Comitiva ficou surpresa com as variedades geradas no IAC (08/09)

Com o objetivo de fazer um intercâmbio de conhecimento com o IAC e conhecer as pesquisas com mandioca para estabelecer futuras parcerias, uma comitiva composta por 16 nigerianos visitou o IAC, em 5 de setembro, em Campinas. Entre os presentes estavam representantes da Presidência da Nigéria, do Comitê de Agricultura do Senado e da Comissão para Agricultura e Desenvolvimento Rural, além de um Governador de Estado.
A exportação dessa cultura na Nigéria ultrapassa 12 milhões de toneladas ao ano, sendo 8,4 milhões destinados para alimentação animal. Para falar sobre o IAC e as pesquisas com mandioca, receberam os visitantes o diretor-geral do IAC, Cândido Ricardo Bastos, e os pesquisadores José Osmar Lorenzi e Teresa Losada Valle, ambos com larga experiência na pesquisa de interesse dos visitantes.
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Bastos apresentou a Instituição e ressaltou a contribuição das pesquisas do IAC no desenvolvimento da agroindústria. ?A mandioca é muito importante, mas é apenas umas das culturas pesquisadas pelo IAC?, disse ele ao responder a uma das inúmeras perguntas feitas pelos visitantes. Os nigerianos ficaram surpresos não só com a quantidade de variedades desenvolvidas pelo Instituto, como também com a idade do IAC ao saberem que a Instituição foi fundada em 1887.
?A Nigéria surpreendeu o Brasil nos últimos anos em dois momentos: primeiro no futebol e depois na produção de mandioca?, brincou o pesquisador José Osmar Lorenzi ao iniciar sua palestra. Os visitantes tiraram muitas dúvidas com relação à fabricação de farinha, de fécula e da qualidade do amido produzido por cada variedade aqui desenvolvida.
Audu Ogbeh, representante do Presidente da Nigéria, atentou para a resolução de problemas na exportação da mandioca, principalmente com relação ao que ocorre no porto de Rotterdam. Lá, a mandioca moída gera uma nuvem de poeira que dificulta muito o descarregamento da mercadoria. Osmar Lorenzi comentou que uma das possíveis causas é a umidade do produto.
Ao final, os visitantes agradeceram e o diretor-geral do IAC disse estar muito grato de poder contribuir para estreitar as relações entre os dois países e espera receber outras delegações com a mesma finalidade. Já o pesquisador Osmar Lorenzi encerrou seus comentários ao dizer: ?Nós pesquisadores poderíamos conversar durante meses sobre mandioca.\"
Assessoria de Imprensa (IAC)

Para mais informações acesse http://www.africancashewalliance.com/sites/default/files/documents/ACA%20newsletter%20apr%2010%20pt.pdf


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