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IAC realiza 34ª Reunião Anual do Ensaio de Proficiência

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Por Ana Cláudia Chagas (estagiária) – Assessoria de Imprensa – IAC
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A 34ª Reunião Anual do Ensaio de Proficiência IAC para Laboratórios de Análise de Solo para fins Agrícolas, realizada pelo Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, aconteceu no último dia 20 de fevereiro, no Anfiteatro “Otávio Tisselli Filho”, na sede do Instituto, em Campinas.
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O programa teve início em 1984, que atendeu apenas quatro laboratórios do Estado de São Paulo na edição. No relatório deste ano, que avaliou os desempenhos de 2017, foram registrados 135 laboratórios inscritos, todos voluntariamente. Do total dos laboratórios do país, 85% são privados, sendo que 53% são do Estado de São Paulo. Participam do programa 14 Estados brasileiros e também laboratórios da Angola, Paraguai, Uruguai e Guatemala.
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O IAC acompanha o desempenho dos laboratórios, ao longo do ano, por meio do Ensaio de Proficiência. Dos 135 participantes, 115 enviaram o número mínimo de resultados para serem avaliados. Para concorrer ao selo de qualidade do IAC, os laboratórios devem seguir todas as determinações do conjunto analítico em que pretendem participar, além de analisar um número mínimo de 80% das amostras distribuídas. O conjunto de análises que faz parte do ensaio é composto por: análises básicas, análises de micronutrientes e granulometria. Em 2017 foram feitas 2340 análises básicas, 1852 análises de micronutrientes e 2060 granulometria. O número de laboratórios a apresentarem a análise completa foi 57%.
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Heitor Cantarella, pesquisador do IAC, deu início à Reunião apresentando os resultados e informando sobre o relatório elaborado com as informações, que foi entregue aos presentes e disponibilizado para download. Os laboratórios não são identificados neste relatório; cada instituição recebe seu resultado confidencialmente. “O serviço realizado é importante para auxiliar os laboratórios a conhecer, analisar e mapear suas análises” disse Cantarella.
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O pesquisador, Márcio Koiti Chiba, também estava presente na mesa inicial, representando a diretoria-geral do IAC. “É um trabalho que não termina, é um trabalho que só poderia ser liderado por uma instituição como o IAC” afirmou.
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Em seguida foram apresentados métodos de análises de solos, com palestras ministradas pelos pesquisadores, José Antonio Quaggio e Mônica Ferreira de Abreu, respectivamente. Onde abordaram resina de troca iônica e manganês.
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“O agricultor sabe que o laboratório que faz parte do Ensaio está preocupado com a qualidade e quer enviar resultados mais precisos.” alegou Regina Helena Monseff de Almeida Campos, representante do laboratório Ribersolo, localizado em Ribeirão Preto, que participa do Ensaio do IAC há 30 anos. “Os agricultores agora fazem questão do selo do IAC nas análises”.
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José Carlos Casagrande, representante do laboratório do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, em Araras, disse que a ausência do selo nas análises pode reduzir significativamente a cartela de clientes de um laboratório, e que um dos principais benefícios da participação é a identificação e solução de problemas. “Receber o selo do IAC nos da à tranquilidade de saber que nós estamos produzindo algo de qualidade”, comentou Casagrande.
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O Ensaio de Proficiência do IAC qualifica os prestadores de serviços em análises de solo e contribui com todos os setores de produção agrícola. E isso é fundamental para a produtividade de qualquer cultura, disse Cantarella, antes do término da reunião.
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Para o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, essa atividade contribui para a capacitação dos laboratórios, consequentemente, para que os agricultores possam se basear em análises de solos precisas, alcançando, assim, melhores resultados em suas lavouras, como recomenda o governador Geraldo Alckmin.
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