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IAC lança cinco cultivares de plantas ornamentais

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A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, lançou, em 2015, cinco cultivares de plantas ornamentais, http://www.iac.sp.gov.br/areadoinstituto/galeriafotos/galeria.php?cod=16 sendo uma de gengibre ornamental e quatro de bastão-do-imperador.
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A cultivar de gengibre, chamada IAC Suanno, tem características para atender aos mercados de flor-de-corte e como planta de jardim. Esta nova cultivar, com coloração branca e lilás, tem durabilidade média de pós-colheita de 20 dias. A IAC Suanno foi desenvolvida em Ubatuba, litoral Norte do Estado de São Paulo. O período de floração é iniciado no mês agosto.
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As quatro cultivares de bastão-do-imperador, para uso como flor-de-corte, são Prumirim, Itamambuca, Camburi e Cacheffo. As três primeiras apresentam durabilidade de média pós-colheita de oito dias, sem  uso de conservantes. A Cacheffo tem durabilidade média de pós-colheita de 12 dias. A cultivar Cacheffo tem características diferenciadas das demais do mercado pela cor, forma e elevada durabilidade pós-colheita. Possui comprimento médio da haste floral de 70 centímetros e coloração que varia de vinho esverdeado a rosa esverdeado.  O diferencial desses materiais com relação às cultivares do mercado está no tamanho reduzido das inflorescências, o que possibilita maior eficiência no transporte e na comercialização.
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A cultivar Prumirim tem a cor vermelho médio e haste floral vinho, com 110 centímetros. A Itamambuca em vermelho intenso, tem comprimento médio da haste floral de 115 centímetros.  Camburi com coloração da haste floral verde e comprimento médio de 115 centímetros,  apresenta brácteas de cor rosa claro.
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As novas cultivares de flores foram desenvolvidas pelos pesquisadores do IAC, Carlos Eduardo Ferreira de Castro, Charleston Gonçalves e a pesquisadora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA),  Silvia Moreira Rojo Veja.
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De acordo com o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, esses novos resultados são fruto de um longo trabalho que vem sendo mantido pelo Instituto Agronômico, no qual as pesquisas com floricultura e plantas ornamentais tiveram início na década de 40. Este período é anterior ao momento em que a floricultura teve início no Brasil como atividade econômica em maior escala, que ocorreu em meados dos anos de 1960. “As pesquisas pioneiras no IAC colaboram com o desenvolvimento do Estado de São Paulo e têm o reconhecimento de sua relevância pelo governador Geraldo Alckmin”, afirmou.
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Em 1997, foi oficialmente lançada a primeira cultivar de flor ornamental no Brasil, o antúrio chamado Astral. Desde então, 40 cultivares foram registradas. Além das cultivares, que constituem o carro-chefe do IAC, foram desenvolvidos também protocolos para micropropagação para amarílis, antúrio, avencão, copo-de-leite, hemerocale, rosa, xaxim e alstroemeria. Pesquisas do IAC, em parceria com associações de produtores, a partir de 1990, resultaram também em soluções conservantes pós-colheita atóxicas para flores de corte. “Acreditamos que boa parte dessas tecnologias faz parte do negócio de floricultura nacional, que tem importante concentração na região de Campinas”, diz o pesquisador do IAC, Carlos Eduardo Ferreira de Castro.
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A expectativa institucional é seguir interagindo com o setor de produção, de modo a atender às demandas e orientando a programação científica nesse sentido. “Este é o caminho para que o Instituto Agronômico possa estar presente, por meio de suas tecnologias, em cada momento que uma flor ou planta ornamental tornar mais agradável o dia a dia da população”, ressalta o diretor-geral do IAC, Sérgio Augusto Morais Carbonell.
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