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Calagem e adubação do tomate de mesa compõem tema de boletim técnico do IAC
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A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, lançou o Boletim Técnico IAC Calagem e Adubação do Tomate de Mesa, que está disponível para acesso gratuito clicando aqui. A publicação, com 35 páginas ilustradas com fotos e tabelas, apresenta informações e recomendações sobre nutrição mineral, calagem e adubação do tomateiro de mesa, produzido em condições de campo e sob cultivo protegido. \r\n
Os autores abordaram aspectos como espaçamento, ciclo da cultura, produtividade, extração de nutrientes, interpretação da análise foliar, calagem, adubação orgânica, adubação mineral de plantio, adubação de cobertura com fertilizantes convencionais, adubação de cobertura com fertirrigação e adubação foliar.
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São Paulo é o principal consumidor deste ingrediente da salada brasileira. O Estado também é importante produtor desta principal hortaliça cultivada no Brasil.
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Os pesquisadores da Secretaria que atuam no IAC, Paulo Espíndola Trani e Luis Felipe Villani Purquerio, estão entre os autores, juntamente com Edson Akira Kariya, Sérgio Minoru Hanai, Roberto Hiroto Anbo, Oliveiro Basílio Bassetto Júnior e André Luis Trani. O Boletim integra a Série Tecnologia APTA, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), nº 215, 2015.
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Com relação ao espaçamento, os autores destacam que os mais largos são recomendados para épocas em que o fotoperíodo, considerado o intervalo de tempo entre o nascer e o pôr do sol, vai decrescendo, ao mesmo tempo em que as plantas de tomate se desenvolvem. Essa situação ocorre no primeiro semestre no Estado de São Paulo.
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O grupo concluiu que a garantia de boa produtividade e qualidade comercial de tomate são obtidas pela combinação da adaptabilidade do híbrido ao clima local com as boas práticas agronômicas de manejo, incluindo calagem e adubação. “O manejo do tomateiro sob cultivo protegido requer um sistema de fertilização diferenciado, devido à maior duração do período de colheita e às maiores produtividades em relação ao tomateiro produzido no campo”, recomenda a publicação.
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Para o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, a obra colabora com a transferência de conhecimento e tecnologia para os horticultores. “Essa atividade vai ao encontro da recomendação do governador Geraldo Alckmin de levar a ciência para o homem do campo”, diz.
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Dentre as hortaliças, o tomateiro é a que mais recebeu atenção da pesquisa agronômica brasileira nas últimas décadas. Os resultados dos estudos são significativos aumentos de produtividade no tomate de mesa produzido no campo, que passou de 30 a 40 toneladas, por hectare, alcançadas em meados do século XX, para 80 a 130 toneladas, por hectare, obtidas no início do século XXI. No cultivo protegido, com duasplantas por metro quadrado, o tomate “tipo italiano” rende de 200 a 260 toneladas, por hectare, e o tomate “cereja” ou “grape”, de 100 a 160 toneladas, por hectare..
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De acordo com os autores, além do melhoramento genético, a calagem e a adubação realizadas de maneira racional garantem altas produtividades e proporcionam a melhoria da qualidade comercial dos frutos.
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Por Carla Gomes (MTb 28156) e Mônica Galdino (MTb 47045)
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Assessoria de Comunicação
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Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
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Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA)
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Instituto Agronômico (IAC)
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(19) 2137-0613/ 0616
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