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Institutos de pesquisa da APTA analisam suas atividades em 18 cadeias de produção agropecuária

Por Carla Gomes (MTb 28156) – Assessora de imprensa – IAC

 

Com o objetivo de elaborar um diagnóstico e um prognóstico em cada uma das 18 cadeias de produção agropecuária em que atuam os seis institutos e polos da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo , serão realizados 18 Workshops de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nas Cadeias de Produção do Agronegócio - Planeja PD&I. Os eventos terão início nesta quarta-feira, 28 de agosto, e seguem até 30 de setembro de 2019, das 9h às 17h, nas unidades dos institutos de pesquisa, no interior paulista.

Originalmente apresentada para ser aplicada ao Instituto Agronômico (IAC), a proposta dos workshops foi estendida a todas as unidades de pesquisa da Secretaria.

Segundo o diretor-geral do IAC, Marcos Antônio Machado, para o levantamento de informações foram definidas as cadeias de produção em que há atividades de pesquisa sendo conduzidas na APTA. Nessas, foram apurados indicadores de pesquisa, incluindo dados sobre produtividade técnico-científica, atividades de transferência de ciência e tecnologia, inserção do produto e/ou serviço na cadeia de produção e custos de realização das atividades, dentre outros.

Machado explica que todos os institutos fizeram previamente esse levantamento e os grupos responsáveis se reuniram para interpretar as informações e dados compilados. “Os números consolidados serão objetos dos workshops”, diz o diretor do IAC. Ele comenta que os números serão organizados por institutos de pesquisa e por cadeias de produção e, posteriormente, por cadeia de produção na APTA.

Após as discussões nos workshops, as informações irão compor um relatório. “Será apontado o que está sendo feito, como melhorar e o que não está sendo feito na pesquisa na APTA”, resume. A expectativa é que esse documento esteja concluído em outubro próximo.

“A realização desses workshops é importante para termos um diagnóstico das pesquisas que estão sendo conduzidas em cada uma dessas cadeias de produção no âmbito dos institutos de pesquisa ligados à APTA. A ideia é traçar de forma consistente os rumos dos trabalhos científicos, atendendo às necessidades do setor e vislumbrando aquilo que será necessidade no futuro”, afirma Antonio Batista Filho, coordenador da APTA.

O primeiro workshop, sobre a cadeia de abelhas e mel, será realizado amanhã, no Instituto Biológico, em São Paulo. Na sexta, 30, será sobre citros, no IAC, em Cordeirópolis, no Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”. A cadeia de pesca será tema do workshop no dia 3 de setembro, no Instituto de Pesca, na Capital paulista. No dia 4, será a vez da cadeia de trigo, no Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), em Campinas. A cadeia de produção de seringueira será debatida no dia 5 de setembro, no IAC, em Votuporanga. Milho e soja serão tema no dia 6, no IAC, em Campinas, onde também será realizado o workshop de frutas, no dia 10 de setembro. O Instituto de Pesca, em São Paulo, sediará o workshop de aquicultura, em 11 de setembro. Raízes e tubérculos serão debatidos dia 12 de setembro e café, dia 13, no IAC, em Campinas. A cadeia de leite será tema do workshop no dia 17, no IZ, em Nova Odessa. A cadeia de carne terá seu evento no dia 18, no Instituto de Zootecnia (IZ), em Nova Odessa. Olerícolas, ornamentais, aromáticas e cacau estarão na pauta em 19 de setembro, no IAC, em Campinas, onde também ocorrerá o workshop de feijão, no dia 20, e o de macaúba, oliveira, nozes e castanhas, no dia 24, e amendoim, 25. O workshop de aves e ovos será no dia 26, no IZ, em Nova Odessa. O workshop sobre a cana encerra o ciclo, no dia 30, no IAC, em Ribeirão Preto.

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