Sobre a chegada de sementes clandestinas ao Brasil

O perigo da introdução no Brasil de qualquer material vegetal, sem passar por quarentena ou ter certificado fitossanitário, é o risco iminente de pragas exóticas.

O não cumprimento desses procedimentos pode levar a grandes perdas econômicas. Há exemplos desastrosos com a entrada de pragas quarentenárias: bicudo-do-algodoeiro, minadora dos citrus, mosca-branca, Fusarium moniliforme do arroz e muitos outros. Outro exemplo importante é a ferrugem da soja, que causa ao redor de U$ 2 bilhões anuais de prejuízos na produção da soja brasileira.

A Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) possui o Quarentenário IAC, que realiza análises fitossanitárias em material vegetal para pesquisa com o objetivo de evitar a entrada de pragas exóticas.

Esse Quarentenário, localizado no Instituto Agronômico (IAC), em Campinas, conta com a colaboração imediata dos pesquisadores do Centro de Pesquisa de Fitossanidade e dos demais Centros e Institutos da SAA.

As sementes que chegaram ao Brasil clandestinamente podem ser portadoras de pragas quarentenárias A1 das classes de bactérias, fungos, nematoides, vírus, viróides, fitoplasmas e espiroplasmas, ácaros, insetos, plantas daninhas e outras. Pragas A1 são aquelas que ainda não são encontradas no País.

As embalagens contendo as sementes não devem ser abertas para que nada saia delas e, caso tenham sido abertas, devem ser fechadas. O portador deve, imediatamente, comunicar ao telefone 11/5067-0060, da Defesa Agropecuária (SP).

Importante: repassem essas informações aos seus contatos e qualquer dúvida não hesitem em ligar.

Esse alerta da SAA deve chegar a toda população paulista e brasileira, com máxima urgência!

Sede do Instituto Agronômico (IAC)
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Botafogo
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