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Centro de Recursos Genéticos Vegetais


Histórico

O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Recursos Genéticos e Vegetais (CPDRGV) foi criado em 20 de janeiro de 2002, pelo decreto do Governo do Estado de São Paulo, no. 46.488, de 8 de janeiro de 2002. Foi originário do anteriormente denominado Centro de Genética, Biologia Molecular e Fitoquímica, o qual fora criado pelo decreto 43.037 de 1998. Este último, originou-se da fusão das antigas Seções Técnicas básicas da Citologia, Genética e Fitoquímica do IAC. As Seções Técnicas de Genética, Citologia e Fitoquímica foram criadas em 1927, 1935 e 1976, respectivamente. A antiga Seção de Genética foi a primeira unidade brasileira criada especificamente para desenvolver pesquisas sobre a herança e melhoramento das espécies vegetais, tendo tido como seus expoentes, pesquisadores como Carlos Arnaldo Krug, Glauco Pinto Viegas, e Alcides Carvalho, dentre outros. O café foi uma das culturas que mais se desenvolveram durante este período histórico, seguido de outras, como o arroz, o feijão e o milho. A Seção de Fitoquímica fora instalada para realizar pesquisas básicas como subsídio aos programas de melhoramento genético de plantas, visando à elevação da qualidade nutritiva, organoléptica ou medicinal de produtos vegetais. Os trabalhos sempre foram executados em cooperação com outras unidades de pesquisas estaduais e federais, e mesmo com entidades privadas.


Dentro das conquistas atuais do Centro se destacam:

• Coordenação de Laboratório de Sequenciamento de três projetos Genoma da FAPESP – Rede ONSA: Xylella fastidiosa (CVC dos citros); Sequenciamento de genes de cana-de-açúcar (SUCEST) e AEG – Agronomical and environment Genome, com sequenciamento de genes de café (CAFEST) e eucalipto (FOREST).


• Lançamento de cultivar de abacaxi IAC Gomo-de-mel de alta qualidade de polpa para consumo in natura.


• Lançamento de cultivar de banana IAC Nanicão 2001, resistente à Sigatoka amarela, tolerante à Sigatoka negra e resistente ao mal do panamá.


• Desenvolvimento de protocolos de cultura de tecidos vegetais em mais de 30 espécies de importância econômica.


• Implementação de técnicas avançadas de citomolecular (FISH e GISH)



Sede do Instituto Agronômico
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