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Centro de Frutas


Novas reformas no IAC

Criação da Divisão de Agronomia - Através da sexta reforma, pela Lei n.º 2.752, de 2 de Outubro de 1954, restabeleceu-se a autonomia do Instituto Agronômico, elevando-o à categoria de Departamento, constituído por quatro divisões técnicas: de Agronomia, de Biologia, de Estações Experimentais e de Solo, Mecânica e Tecnologia. A antiga Seção de Viticultura e Frutas de Clima temperado foi desdobrada, passando a constituir duas novas seções na Divisão de Agronomia: a de Viticultura continuou sob a chefia do Eng.º Agrº Santos Neto; e a de Frutas de Clima Temperado, cuja chefia foi confiada ao Eng.º Agrº O. Rigitano: seus assistentes-técnicos, os Eng.º Agrº E.P. Guião e P.V.C. Bittencourt, aposentaram-se em 1958 e 1965, respectivamente. Em dezembro de 1961 ingressava do Eng. Agr. Mário Ojima, como assistente de Dr. Rigitano, o qual viajou ao Japão em 1965 para estagiar, durante sete meses, na Estação de pesquisas Hortícolas, em Hiratsuka.


Uma preocupação que marcou o início das atividades da Seção de Frutas de Clima Temperado foi conseguir acomodações adequadas ao seu funcionamento. Instalada precariamente, em conjunto com a Seção de Viticultura, no antigo prédio residencial destinado à chefia do Serviço de Horticultura, tratou-se logo de estudar um projeto de construção capaz de atender às suas necessidades básicas. Apesar de já se encontrar elaborado, desde 1957, o projeto definitivo, a obra somente pôde ser iniciada em 1964 e, devido a inúmeras paralisações, apenas em 1970 pôde ser concluída. Graças aos cuidados na previsão de sua funcionalidade, a base física da ex-Seção de Fruticultura de Clima Temperado podia ser considerada, na época, uma das mais bem planejadas do Instituto Agronômico: dispõe de amplas acomodações para técnicas e auxiliares, laboratórios pomológicos e de micropropagação, depósitos de sementes e de material de pesquisa, galpões de máquinas, câmara frigorífica, ripados e casa de vegetação. (Hoje, esse prédio vem sendo utilizado pelo setor de Floricultura.)


Criação da Divisão de Horticultura - Através do Decreto n.º 53.478, de 1º de julho de 1970, o Instituto voltou a ser reorganizado e ampliado, conforme anteprojeto de reforma elaborado pelo seu próprio Conselho Técnico, adaptando-se às diretrizes gerais da reorganização administrativa da Secretaria da Agricultura. A estrutura então estabelecida, com oito divisões técnicas e novas seções, permanece até hoje, salvo pequenas alterações, introduzidas pelo Decreto n.º 11.138, de 3 de fevereiro de 1978. Por aquela reforma, a antiga Divisão de Agronomia, que abrangia dezesseis seções de culturas, foi desdobrada em três novas divisões fitotécnicas: Horticultura, Plantas Alimentícias Básicas e Plantas Industriais. A Divisão de Horticultura foi constituída por sete seções de culturas hortícolas, entre as quais a de fruteiras de clima temperado, que passou a denominar-se Seção de Fruticultura de Clima Temperado, que contava com apenas dois técnicos: os Eng.º Agrºs Orlando Rigitano e Mário Ojima.


Um amplo relato das atividades do Instituto Agronômico no campo das culturas hortícolas, nessa época, está documentado no trabalho publicado em 1972, pelo seu 85º aniversário: “Divisão de Horticultura – programação de pesquisas e trabalhos experimentais em andamento”.


Fundação da Sociedade Brasileira de Fruticultura


Em julho de 1970, no II Encontro Nacional de Citricultura, realizado em Cruz das Almas, BA, Orlando Rigitano, na qualidade de Chefe da Seção de Fruticultura de Clima Temperado, foi escolhido para presidir o grupo de técnicos paulistas, ali presente, com a incumbência de elaborar os estatudos visando a fundar a Sociedade Brasileira de Fruticultura. Na assembléia de fundação, em 19 ou outubro de 1970, em Campinas, foi eleito seu primeiro presidente. Com essa investidura, presidiu, também, as sessões de abertura do I e do II Congresso Brasileiro de Fruticultura, realizados respectivamente em 1971 e 1973, em Campinas, SP, e em Viçosa, MG.


Planejamento estratégico no IAC e criação do Centro de Fruticultura


A estrutura de Divisões e Seções Técnicas permaneceu até 1998, quando foram criados o Centros de Pesquisa. Então, as Seções de Viticultura, Fruticultura de Clima Temperado e Fruticultura Tropical se juntaram e formaram o Centro de Fruticultura, com sede no Centro Experimental de Campinas. A equipe de pesquisadores passou a ser composta por: Celso V. Pommer, Maurilo Monteiro Terra, Erasmo J. P. Pires, Ilene R. S. Passos (videira); Mário Ojima, Fernando A. Campo Dall´Orto; Wilson Barbosa (frutíferas temperadas); Nilberto B. Soares, Laura M. M. Meletti, Luiz A. J. Teixeira, Dulcinéia E. Foltran, Sonia M. Bonilha M. Coelho (frutíferas tropicais); Marilene L. A. Bovi e Maria L. Sant´Ana Tucci (açaí e cacau). A economista PqC Maria Lucia Maia, transferida do Instituto de Economia Agrícola, passou a integrar o grupo a partir de 1999. O primeiro Diretor do Centro de Fruticultura, PqC Celso V. Pommer, permaneceu no cargo até 2001. Em 07 de janeiro de 1999, o PqC Wilson Barbosa (diretor substituto) desenvolveu o primeiro site de fruticultura no IAC, o qual recebia cerca de 30 visitantes por dia. Em 2002, com a reformulação e modernização da página do Centro de Frutas (www.iac.sp.gov.br), o número de visitantes por dia praticamente duplicou. Em 2004, com a crescente atualização de dados e incorporação de novos temas, a página passou a receber cerca de 90 visitantes por dia, correspondendo a mais de 30 mil visitações por ano.


Outros pesquisadores que atuaram na Fruticultura de Clima Temperado: 1961 - Eng.Agr. João Amaral Gurgel Netto; 1974 - Eng. Agr. José Otávio Machado Mentem; 1967-1975 - Eng. Agr. Fernando Mendes Pereira;1975-76 Eng. Agr. João Sérgio Rodrigues; 1978-1985 - Eng. Agr. Antonio Fernando Caetano Tombolato.




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