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1995    |   1994

 

Premiados 2008:

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC PESQUISADOR CIENTÍFICO DO ANO

• OLIVEIRO GUERREIRO FILHO
Pesquisador Científico do Centro de Café “Alcides Carvalho” e membro de equipe com sólida tradição na ciência brasileira,dedica-se à genética e ao melhoramento do cafeeiro, com ênfase na resistência de plantas a insetos e à gestão de recursos genéticos. Professor do Curso de Pós-graduação em Agricultura Tropical e Subtropical do IAC, coordenador do Núcleo de Genética e Melhoramento do Consórcio Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento do Café e editor-chefe do Comitê Editorial do Instituto Agronômico. Coordena ou participa como colaborador de 25 projetos de pesquisa e desenvolvimento financiados com recursos nacionais e internacionais, todos relacionados à genética e ao melhoramento do cafeeiro, com ênfase na resistência de plantas a insetos, na gestão de recursos genéticos e na qualidade do café. Autor de cerca de 200 trabalhos científicos publicados em periódicos científicos nacionais e internacionais, assim como, em anais de eventos diversos. Organizador de dois livros e autor de 11 capítulos de livros.

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC APOIO TÉCNICO CIENTÍFICO/ADMINISTRATIVO DO ANO

• JOSÉ TIBANA
Formado em Química Industrial pela Escola Técnica Oswaldo Cruz, trabalhou 26 anos na Rhodia Indústrias Químicas no Departamento de Controle Analítico. Após aposentar-se, iniciou seu trabalho no Instituto Agronômico, por meio de concurso efetuado em 1994. Atualmente, atua no laboratório do Centro de Solos e Recursos Ambientais do IAC como técnico de apoio.

• MARIA ÂNGELA MANZI DA SILVA
Iniciou suas atividades no Instituto Agronômico em 1973, como Escriturária, na extinta Divisão de Estações Experimentais, onde permaneceu por quase 18 anos. Convidada pela diretora do Serviço de Divulgação Técnico-Científica, Maria Ângela, ou Angelinha, para os mais íntimos, foi trabalhar no Comitê Editorial do IAC, onde permanece até hoje. Seu amor pela revista Bragantia e o gosto pela revisão de vernáculo se incorporaram em seu dia-a-dia. Angelinha também escreve poemas e, não raramente, os divulga na instituição, compartilhando com os colegas suas particulares observações sobre a vida.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC AGÊNCIA DE FOMENTO À PESQUISA

• FUNDAÇÃO AGRISUS- AGRICULTURA SUSTENTÁVEL
A Fundação AGRISUS - Agricultura Sustentável, é uma iniciativa da família do Engenheiro Agrônomo Fernando Penteado Cardoso. A Fundação, em conjunto com a FEALQ (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz), soma esforços na formação de pesquisadores, professores, divulgadores e profissionais capazes de gerar sólida tecnologia e promover uma agricultura progressista, econômica e estável, em benefício das gerações futuras.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC PERSONALIDADE DO ENSINO

• Antonio Roque Dechen
Graduado em Engenharia Agronômica pela Universidade de São Paulo, obteve os títulos de mestre e doutor em Agronomia, pela mesma Universidade. Foi pesquisador Científico do Instituto Agronômico entre 1975 e 1981, ano em se transferiu para a Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" –ESALQ, da qual atualmente é professor titular e Diretor . A homenagem recebida de 12 turmas formadas pela ESALQ e a participação em mais de 200 bancas de defesa de tese, refletem a sua capacidade de ensino e facilidade de relacionamento com os estudantes e seus colegas de profissão. Publicou mais de 200 documentos científicos, em periódicos, capítulos de livros e anais de congressos. Já foi membro da várias coordenadorias de pós-graduação na ESALQ e de comissões, entre as quais da Comissão Central do GESPÚBLICA, as de Planejamento e de Negociação da USP. Foi Presidente da Associação dos Ex-Alunos da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” e, pelo seu desempenho e conhecimento, recebeu as seguintes homenagens e prêmios: Docente de relevante desempenho da Universidade de São Paulo; Prêmio “Franz Wilhelm Dafert”; Medalha Fernando Costa, Medalha Paulista de Mérito Científico e Tecnológico, Medalha Científica Prof. Dr Walter Radamés Accorsi e Medalha do Mérito do Sistema CONFEA-CREA. Foi Paraninfo da 89ª Turma de Engenheiros Agrônomos da ESALQ e em 2007 recebeu o título de “Cidadão Piracicabano”.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC PRODUTOR RURAL

• Luis Norberto Pascoal
Produtor rural de café, Luis Noberto Pascoal foi agraciado pelas relevantes contribuições dadas à sociedade e à agricultura brasileira. Presidente da DPaschoal, grupo brasileiro diversificado, com atuação no mercado automotivo, na construção civil, em agrobusiness e em setores de tecnologia, Pascoal, é membro ativo da comunidade, atuando no conselho de diversas fundações. É diretor da comissão de Relações Institucionais do Compromisso “Todos pela Educação’’ e vice-presidente do Faça Parte – Instituto Brasil Voluntário. É produtor de café do cerrado mineiro e de São Paulo, e tem uma longa história de parceria com o IAC de incentivo às pesquisas e transferência de tecnologia. A parceria científica teve início em 1992, com a concessão de 30 hectares de café, em Patrocínio/MG, para a realização de experimentos e avaliação de cultivares. Também merece destaque pela sua preocupação com o desenvolvimento sustentável, adotando tecnologias sugeridas pela pesquisa, e pelas diversas certificações de suas propriedades, que representam modelos a ser seguidos. Além disso, apaixonado que é pela cultura, divulga o café nacional participando de feiras e eventos nacionais e internacionais e pela mídia eletrônica e impressa.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC – AMIGOS DO IAC

Antonio Carlos Moreira

CATEGORIAS EXTERNAS / IAC - HOMENAGEM ESPECIAL

• CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL - FAZENDA TOZAN
A Fazenda Tozan é um Patrimônio Histórico e Cultural campineiro. Fundada em 1798, a 12 Km de Campinas (SP), com o nome de Fazenda Ponte Alta, tinha como base o plantio de cana-de-açúcar. Produtora de café há mais de 150 anos, e com o nome atual de Fazenda Tozan, também conhecida como Fazenda Monte d´Deste, a propriedade acompanha a trajetória do café brasileiro, vivenciando ciclos de adversidade e tempos de prosperidade. Com atuação marcante no fortalecimento da cafeicultura paulista, contou com os benefícios decorrentes da imigração e da colonização japonesa. Desde 1927, pertence à família Iwasaki, fundadora do Grupo Mitsubishi. Com 830 hectares, 4 dos quais disponibilizados para a condução de ensaios do IAC para avaliação de cultivares, planta um milhão e 350 mil pés de café, e já passou por profundas transformações para se adequar às tendências do mercado cafeeiro: da colheita manual à mecanizada, do terreiro de alvenaria à lama asfáltica, dos secadores a lenha ao aquecimento a gás. A fazenda faz parte do roteiro turístico de Campinas e mantém como destaque um Museu do Café na antiga tulha, onde as máquinas ainda funcionam.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC – PESQUISADOR EMÉRITO

• MÁRIO PÉRSIO CAMPANA
Formado em engenharia agronômica pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", iniciou suas atividades no Instituto Agronômico em 1960, na Estação Experimental de Jaú, integrado à Seção de Genética do Programa de Café. Mais tarde, expandiu suas experimentações na Estação para as culturas de algodão, grãos e seringueira. No início da década de 90, foi um dos responsáveis pela reorganização do Programa Cana IAC, gerenciando a área de melhoramento genético. Quando se aposentou, em 1996, intensificou a sua atuação como melhorista de cana-de-açúcar desse Programa. Dr. Mário, conquistou o Prêmio IAC 2008, como pesquisador emérito, não só pelo seu excelente trabalho como pesquisador, mas por sua liderança e exemplo para os novos pesquisadores que iniciam sua carreira no IAC.

Prêmio IAC

O Instituto Agronômico, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo foi fundado em 27 de junho de 1887 pelo Imperador D. Pedro II.

Como parte das comemorações, o Instituto Agronômico outorga, desde 1994 (Categorias Internas) e desde 2001 (Categorias Externas), o Prêmio IAC, que é o reconhecimento ao mérito científico, ao desempenho institucional e aos profissionais e instituições de destaque na agricultura paulista e nacional.

Internamente, o Prêmio IAC prevê a escolha nas categorias Apoio (técnico ou administrativo) e Pesquisador Científico.

Externamente, o Prêmio IAC é conferido a até três pessoas físicas ou jurídicas, escolhidas dentre as categorias: Agência de Fomento à Pesquisa, Destaque Especial, Personalidade do Agronegócio, Personalidade da Pesquisa, ou do Ensino ou da Extensão, Político ligado ao Agronegócio e/ou à Ciência e Tecnologia e Produtor Rural.

O Prêmio IAC consiste em miniatura do Prédio D. Pedro II, feita pelo artista plástico Giuseppe Botica e executada pela Fundiart –Fundição Artística em bronze sobre granito preto.

Quem pode ser agraciado

O Prêmio IAC na categoria externa visa a homenagear pessoas físicas ou jurídicas que, na área agrícola, destacaram-se pela contribuição nas esferas científicas e tecnológicas ou em atividades práticas que propiciem o desenvolvimento da agricultura sustentável, a melhoria da renda do agricultor e do agronegócio paulista.

Quem pode indicar

A indicação de candidatos é feita, mediante consulta, por pessoas físicas ou jurídicas ligadas ao agronegócio brasileiro, entidades de classe, associações, sindicatos, empresas, cooperativas, universidades, instituições de pesquisa e extensão rural. Os nomes indicados são avaliados pela comissão responsável pelo Prêmio IAC, composta por servidores do Instituto Agronômico e avalizada por seu Conselho de Diretores.

Entrega

A entrega do Prêmio é realizada na Sessão Solene que encerra as festividades em comemoração ao aniversário do Instituto Agronômico, em 27 de junho.

MEDALHA DE HONRA AO MÉRITO FRANZ WILHELM DAFERT

Em 2009 foi instituída a medalha de “Honra ao Mérito Franz Wilhelm Dafert" para homenagear personalidades e instituições por seus valores pessoais e serviços relevantes prestados à agricultura brasileira. Franz Wilhelm Dafert foi o fundador e primeiro diretor do Instituto Agronômico. Jovem cientista austríaco, doutor em química agrícola, foi contratado pelo governo brasileiro para organizar e dirigir um instituto de pesquisa agronômica. Sua gestão, considerada admirável, foi um período em que ocorreram importantes transformações na instituição, possibilitando um maior atendimento às demandas e à melhoria dos serviços. Sob sua direção, o Instituto Agronômico foi a primeira instituição a realizar análise de solo e planta no Brasil, recebendo, em 1904, a Medalha de Prata por Análise de Solo na Exposição Universal de Saint Louis, nos Estados Unidos.

 



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