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Premiados 2007:

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC PESQUISADOR CIENTÍFICO DO ANO

• MARCELO BENTO PAES DE CAMARGO
O clima é propício às comemorações. E falando em clima, lembra-se de climatologia, área de atuação do pesquisador Marcelo Bento Paes de Camargo, que completa três décadas trabalhando no IAC, no mesmo ano que o Instituto comemora seus 120 anos. Agrônomo, Marcelo é Mestre e PhD em Agrometeorologia, tendo feito Pós-Doutorado nos Estados Unidos, no Centro Climático das Planícies, em Lincoln. Foi em 1977 que começou sua participação no Instituto Agronômico, com laços institucionais “quase genéticos”, já que seu pai, o pesquisador Ângelo Paes de Camargo, construiu nesta Instituição vasto conhecimento na área seguida pelo filho. Marcelo dedica-se às pesquisas na área de agrometeorologia, com ênfase em modelagem, demanda hídrica, balanços hídricos, riscos climáticos e estimativa de produtividade.

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC APOIO TÉCNICO CIENTÍFICO/ADMINISTRATIVO DO ANO

• GERALDO JOSÉ ARRIVABEN
De agosto de 1971, quando ingressou no IAC, aos dias atuais, Geraldo José Arrivaben já colaborou de inúmeras formas com o trabalho no Centro de Citricultura do IAC. De trabalhadoR braçal, passando por jardineiro a operador de máquinas, até chegar a auxiliar, função que desempenha atualmente. Nessa trajetória, sempre estiveram presentes as marcas da perfeição e da rapidez no atendimento das solicitações feitas. Discrição e educação são fortes aliadas no bom desempenho profissional desse servidor. Há quem diga que ao viajar com esse colega tem-se a impressão de estar só, tamanha a discrição de Geraldo José Arrivaben.

• JOÃO DE DEUS SANTOS
Ter o reconhecimento dos pares é realmente motivo de alegria para um profissional. A dedicação aplicada à manutenção dos prédios e instalações do Centro de Engenharia e Automação do IAC levou os colegas de João de Deus a indicá-lo para o Prêmio IAC 2007. Depois de 21 anos na Instituição, o servidor é elogiado também pela cordialidade e presteza com os quais tempera seu expediente. Era outubro de 1986 quando ingressou no Instituto Agronômico, como trabalhador braçal. A aprovação no concurso no cargo de Oficial de Apoio veio em 1992. Hoje, João de Deus atua na área de apoio administrativo. Depois de 21 anos dando sua força ao Instituto, esse profissional dedicado pode ser chamado João de Deus do IAC. E por que não?

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC PERSONALIDADE DO AGRONEGÓCIO

• SÍLVIO CRESTANA
A ligação com a terra veio de longe. Filho de agricultores, Sílvio Crestana formou-se em física e, depois de muito cultivar conhecimentos, chegou à Diretoria da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), cargo que ocupa desde 2005. Nos 22 anos de trabalho como pesquisador da Embrapa propôs e coordenou, no Brasil e no exterior, mais de 20 projetos de pesquisa. Como resultado direto, é co-autor de seis patentes e autor ou co-autor de cerca de 150 trabalhos científicos. Crestana fez pós-doutorado em ciência do solo e ciências ambientais em 1989, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC POLÍTICO LIGADO AO AGRONEGÓCIO E OU À CIÊNCIA E TECNOLOGIA

• FRANCISCO GRAZIANO NETO
Atual Secretário de Estado de Meio Ambiente, Francisco Graziano Neto, o Xico Graziano, tem mão em muitas ações relacionadas ao campo — desde estar à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo até presidir a Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil. Esse agrônomo de 53 anos é mestre em Economia e doutor em Administração de Empresas. Acostumado a partilhar conhecimentos, pois já foi professor da Unesp/Jaboticabal, ele segue trocando experiências na realização de conferências e consultorias em organização e marketing rural. De capacidade comunicadora acentuada, é comentarista de rádio e TV, articulista do jornal O Estado de São Paulo e escritor. J á atuou como deputado federal, presidente do Incra e chefe do Gabinete Pessoal do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC PRODUTOR RURAL

• JOSÉ PERES ROMERO
Cafeicultor em Ouro Fino, Minas Gerais, Romero é agrônomo formado pela ESALQ em 1952. Com produtiva carreira como assessor em fertilizantes e conselheiro em cafeicultura, também tem intensa participação em autoria e coautoria de livros.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC – AMIGOS DO IAC

• ERNESTO PATERNIANI
Iniciou sua pesquisa com melhoramento do milho em 1951, com bolsa da Fundação Rockefeller no México. A partir de 1952, atuou como docente no Departamento de Genética da ESALQ, dedicando-se com particular intensidade ao melhoramento genético do milho, desenvolvendo novas variedades para os agricultores brasileiros. Procurou sempre associar informações básicas ao melhoramento, em especial à genética quantitativa. Desenvolveu novos métodos de seleção do milho, destacando-se a seleção entre e dentro de famílias de meios irmãos, seleção recorrente recíproca baseada em famílias de meios irmãos, seleção recorrente recíproca baseada em famílias de meios irmãos obtidas de plantas prolíficas, seleção de plantas prolíficas de milho com controle biparental. Foi responsável pela pesquisa básica “Seleção para isolamento reprodutivo entre duas populações de milho”, trabalho hoje clássico e leitura obrigatória em vários cursos internacionais de evolução, entre os quais o da Universidade da Califórnia (EUA). Na ESALQ lecionou Genética, Melhoramento de Plantas e Experimentação Agrícola. Participou de inúmeras comissões e colegiados. Exerceu atividades científicas e administrativas na ESALQ/USP, e no decorrer de sua carreira foi agraciado com diversos prêmios e distinções, dentre eles: contratado pelo Instituto Interamericano de Ciências Agrícolas (IICA) para consultor da Embrapa em melhoramento de plantas para o Norte e Nordeste do Brasil; “Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico”, da Presidência da República (1995); membro titular da Academia de Ciências para os Países em Desenvolvimento (TWAS); membro da CTNBio-Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (1996-2001); Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico, da Presidência da República (2000).

• LUÍS CARLOS GUEDES PINTO
Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da Universidade de São Paulo (1965), tendo recebido o Prêmio "Edições Melhoramentos" como melhor aluno da turma no conjunto de disciplinas relativas à Agricultura. Doutorou-se pela mesma escola em 1973. Livre Docente em 1979, Professor Adjunto em 1987 e Professor Titular de Economia Agrícola em 1993 da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. Fez estudos de Pós-doutorado na Universidade de Córdoba (Espanha) em 1991. Além de Professor da Unicamp de 1983 a 2003, foi docente na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1966/1969) e na Universidade de Brasília (1976/1982). Ocupou diversos cargos, sendo eles: Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Presidente da Companhia Nacional de Abastecimento CONAB; Membro do Conselho de Administração do BNDES; Presidente dos Conselhos de Administração da Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA, das Centrais de Abastecimento de Minas Gerais - CEASA/MG, da Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais CASEMG, da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo CEAGESP e da Companhia Brasileira de Participação Agroindustrial BRASAGRO; Pró-reitor de Desenvolvimento Universitário da UNICAMP e Membro do Conselho Curador da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP) e do Conselho Curador da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE) do Estado de São Paulo. Atualmente é Vice-Presidente de Agronegócios do Banco do Brasil.

Prêmio IAC

O Instituto Agronômico, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo foi fundado em 27 de junho de 1887 pelo Imperador D. Pedro II.

Como parte das comemorações, o Instituto Agronômico outorga, desde 1994 (Categorias Internas) e desde 2001 (Categorias Externas), o Prêmio IAC, que é o reconhecimento ao mérito científico, ao desempenho institucional e aos profissionais e instituições de destaque na agricultura paulista e nacional.

Internamente, o Prêmio IAC prevê a escolha nas categorias Apoio (técnico ou administrativo) e Pesquisador Científico.

Externamente, o Prêmio IAC é conferido a até três pessoas físicas ou jurídicas, escolhidas dentre as categorias: Agência de Fomento à Pesquisa, Destaque Especial, Personalidade do Agronegócio, Personalidade da Pesquisa, ou do Ensino ou da Extensão, Político ligado ao Agronegócio e/ou à Ciência e Tecnologia e Produtor Rural.

O Prêmio IAC consiste em miniatura do Prédio D. Pedro II, feita pelo artista plástico Giuseppe Botica e executada pela Fundiart –Fundição Artística em bronze sobre granito preto.

Quem pode ser agraciado

O Prêmio IAC na categoria externa visa a homenagear pessoas físicas ou jurídicas que, na área agrícola, destacaram-se pela contribuição nas esferas científicas e tecnológicas ou em atividades práticas que propiciem o desenvolvimento da agricultura sustentável, a melhoria da renda do agricultor e do agronegócio paulista.

Quem pode indicar

A indicação de candidatos é feita, mediante consulta, por pessoas físicas ou jurídicas ligadas ao agronegócio brasileiro, entidades de classe, associações, sindicatos, empresas, cooperativas, universidades, instituições de pesquisa e extensão rural. Os nomes indicados são avaliados pela comissão responsável pelo Prêmio IAC, composta por servidores do Instituto Agronômico e avalizada por seu Conselho de Diretores.

Entrega

A entrega do Prêmio é realizada na Sessão Solene que encerra as festividades em comemoração ao aniversário do Instituto Agronômico, em 27 de junho.

MEDALHA DE HONRA AO MÉRITO FRANZ WILHELM DAFERT

Em 2009 foi instituída a medalha de “Honra ao Mérito Franz Wilhelm Dafert" para homenagear personalidades e instituições por seus valores pessoais e serviços relevantes prestados à agricultura brasileira. Franz Wilhelm Dafert foi o fundador e primeiro diretor do Instituto Agronômico. Jovem cientista austríaco, doutor em química agrícola, foi contratado pelo governo brasileiro para organizar e dirigir um instituto de pesquisa agronômica. Sua gestão, considerada admirável, foi um período em que ocorreram importantes transformações na instituição, possibilitando um maior atendimento às demandas e à melhoria dos serviços. Sob sua direção, o Instituto Agronômico foi a primeira instituição a realizar análise de solo e planta no Brasil, recebendo, em 1904, a Medalha de Prata por Análise de Solo na Exposição Universal de Saint Louis, nos Estados Unidos.

 



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