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Premiados 2006:

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC PESQUISADOR CIENTÍFICO DO ANO

• ROSE MARY PIO
Bióloga, formada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre e doutora em Fitotecnia pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, USP, iniciou suas atividades na carreira de Pesquisador Científico em 1988, fazendo parte da equipe da Seção de Citricultura e depois em Cordeirópolis, no Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”, onde trabalha até o presente. Dedica suas pesquisas à cultura da tangerina, sendo considerada referência nacional nesse assunto. Seu trabalho visa a ampliar o número de variedades para plantio, assim como dilatar a época de colheita dos frutos. No momento estuda a produção de tangerinas sem sementes, com alto valor comercial no País e para a exportação. Iniciou a programação dos dias temáticos no Centro de Citricultura e realiza diversos dias de campo para transferência de tecnologia aos citricultores. Faz parte do Grupo de Citros de Mesa do CNPq, no qual é Bolsista de Produtividade em Pesquisa. Participa do Curso de Pós-graduação do IAC como docente e coordenadora da área de Tecnologia da Produção Agrícola, tendo sido agraciada com o Prêmio “Dissertação-Destaque – turma 2003-2004”, no ano de 2005. Atuou na parte administrativa do Centro de Citricultura tendo ocupado o cargo de vice-diretora e atualmente colabora na Assessoria Técnica, junto à Diretoria Geral. Publicou uma centena de artigos, técnicos e científicos, nas áreas de fitotecnia e melhoramento e foi membro da Comissão Editorial do livro Citros, lançado em 2005.

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC APOIO TÉCNICO CIENTÍFICO/ADMINISTRATIVO DO ANO

• NADIR APARECIDA DO PRADO CARDOSO
Nadir Aparecida do Prado Cardoso é campineira, casada, tem dois filhos e é avó de duas meninas. Há trinta anos no Instituto Agronômico, começou prestando serviços na Biblioteca. Transferida para o Serviço de Finanças em 1982, foi indicada para exercer a função de Chefe da Seção de Despesa, e depois Diretora do Serviço de Finanças do Centro de Administração da Pesquisa e Desenvolvimento. Nadir é uma pessoa muito especial, não é difícil falar sobre ela que, apesar de quieta e tímida, ouve e observa muito! “Nadir das Finanças”, como é carinhosamente chamada por todos, é uma pessoa de qualidades facilmente identificáveis, sempre pronta a ajudar e a ensinar seus conhecimentos a todos. Com seu jeito tranqüilo, é bondosa, colaboradora, cúmplice, e sempre trabalhou em equipe no IAC. Sua colaboração, seu profissionalismo e desempenho ao longo desses anos são motivos, entre tantos outros, que fazem esta pessoa maravilhosa merecedora do Prêmio IAC 2006, categoria Apoio Administrativo.

• TAKIO ODA
Era 1973. Ingressava no IAC a disposição e o bom humor de Takio Oda. Talvez a Instituição não soubesse, mas era ela quem deveria sorrir, pois acabava de receber um profissional ímpar: dedicado, competente, correto, leal, sempre disposto a ajudar e compromissado com o bom andamento do trabalho. Empenha-se nos cuidados com os campos de arroz com a mesma energia em que atua nos eventos de transferência de tecnologia. Seu conhecimento técnico e habilidade permitem atender tanto o produtor rural como a dona-de-casa que aproveita para aprender a fazer melhor esse ou aquele arroz. Foi presidente da Associação dos Servidores do IAC (ASSIAC) de 1992 a 1997, cargo exercido com muita responsabilidade e empenho. Sua grande contribuição à ASSIAC fez com que esse ano se repetisse mais um biênio de mandato. Trabalhou na Seção de Microbiologia Fitotécnica, Seção de Genética e no Centro de Plantas Graníferas, atualmente, Centro de Grãos e Fibras IAC. Assim é Takio Oda, técnico-científico admirado pela eficiência e querido por tornar leve o ambiente de trabalho.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC AGÊNCIA DE FOMENTO À PESQUISA

• FUNDAÇÃO DE APOIO À PESQUISA AGRÍCOLA
A Fundag nasceu no final dos anos 80, a partir da discussão entre professores universitários, pesquisadores científicos e a sociedade, sobre o papel do estado e a responsabilidade do setor produtivo no desenvolvimento científico e tecnológico do país. A importância do Instituto Agronômico, das pesquisas desenvolvidas pelos institutos paulistas e a crise pela qual passava o sistema de C&T também foram temas em debate que fomentaram os movimentos SOS-IAC e SOS-Pesquisa, desencadeadores da criação da fundação no início dos anos 90.Seus instituidores foram representantes da sociedade civil, pesquisadores científicos, industriais, empresários rurais, pessoas físicas ou jurídicas que, objetivavam principalmente, apoiar o Instituto Agronômico. Em 8 de março de 1991 foi criada a Fundação IAC, como entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos. Face à experiência adquirida, seus instituidores resolveram ampliar a abrangência de atuação da Fundação para atender aos interesses de instituições de pesquisa, ensino e iniciativa privada. Sendo assim, a partir de 25/09/1997, sua razão social foi alterada para Fundag - Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola, passando a exercer novas atividades tendo como missão implementar, sob as mais diversas formas, o desenvolvimento científico, tecnológico e as atividades de ensino, nas áreas agrícolas, da agroindústria e do meio ambiente. Passados nove anos de transformação, a Fundag renova e amplia a cada ano sua visão e valores perante o mercado e a sociedade.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC PERSONALIDADE DO AGRONEGÓCIO

• FERNANDO PENTEADO CARDOSO
Fernando Penteado Cardoso é engenheiro agrônomo, graduado na turma de 1936 da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, USP, tendo recebido o prêmio “Epitácio Pessoa” conferido ao primeiro colocado. Nasceu em São Paulo em 19 de setembro de 1914, filho de Odon Lima Cardoso e Rita de Cássia Penteado Cardoso. É casado com Magdalena Leme Cardoso, tem seis filhos, vinte netos e dez bisnetos. Fundador e diretor da F. Cardoso & Cia. Ltda., transformada em Manah – adubos e pecuária de corte – uma de suas maiores realizações profissionais, de 1944 a 1992. Foi Secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, nos anos 60, participante ativo da transformação do cerrado brasileiro, que passou de terras pobres para solos férteis com utilização de calcários e de fertilizantes adequados. Vice Presidente e Presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo em 1980. Membro do Conselho do Fundo de Pesquisa do Instituto Biológico do Estado de São Paulo de 1959 a 1970. Membro da Comissão Central de Compras do Estado de São Paulo. Membro do Conselho de Revisão Agrária do Estado de São Paulo. Membro do Alto Conselho Agrícola do Estado de São Paulo. Membro do Conselho Assessor da EMBRAPA – Reg. SE. Foi Delegado da Agricultura junto ao Conselho Interamericano de Produção e Comércio de Chicago, EUA em 1948, membro fundador das Conferências Latino-Americanas para Produção de Alimentos – IMC, EUA de 1954 a 1977, membro do Conselho Diretor do Instituto Internacional para Desenvolvimento de Fertilizantes – IFDC, Muscle Shoals, Alabama, EUA, de 1975 a 1990. Recebeu a Medalha Ordem do Ipiranga do Estado de São Paulo, o Diploma de “Agrônomo do Ano 1989” pela Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo, a Grande Medalha da Inconfidência – EMG e o Prêmio Mérito do Governo do Estado de São Paulo em 2000. Juntamente com sua família criou e preside, desde 2001, a Fundação Agrisus (Agricultura Sustentável), que apóia financeiramente pesquisas, estudos, eventos, congressos e capacitação acadêmico-profissional, voltadas em promover práticas de agricultura sustentável relacionadas à fertilidade do solo que, por sua vez tem, no sistema plantio direto, a melhor tecnologia até hoje estabelecida. Cardoso é um grande apreciador da natureza, pescador que não conta mentira, pois sempre fotografa seus peixes, geralmente pescados no rio Amazonas e Roosevelt, um de seus preferidos.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC PERSONALIDADE DO ENSINO E EXTENSÃO

• ROBERTO ANTONIO THOMAZIELLO
Roberto Antonio Thomaziello é engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, USP, em 1965. Trabalha há quarenta anos na área de assistência técnica, extensão e difusão de tecnologia relacionadas à cultura de café. Trabalhou e se aposentou na CATI – Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, onde exerceu funções de Diretor do Grupo Técnico Café, Diretor Geral do Departamento de Extensão Rural, entre outras. Em 1999 iniciou seu trabalho na área de transferência de tecnologia em café, no Centro de Café “Alcides Carvalho”, do IAC. Atualmente é membro do Núcleo de Transferência de Tecnologia do Consórcio Brasileiro de Pesquisas e Desenvolvimento do Café, da Comissão Técnica de Café do IAC, da Câmara Setorial de Café da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, revisor Científico ad hoc da Revista Bragantia do IAC. Inteligente e pró-ativo, Thomaziello participa com engajamento criterioso e detalhista dos projetos para os quais é convidado. Tem 110 trabalhos publicados e 170 participações em eventos técnicos, relacionados ao cultivo, às técnicas de colheita, aos mercados, e à qualidade dos diferentes cafés produzidos no País. Um fato interessante foi que, em entrevista ao vivo para uma emissora de televisão, foi questionado sobre os reflexos do café na saúde humana... mesmo fora do roteiro de perguntas dirigidas a um agrônomo, saiu-se bem... porque sabe tudo sobre café. Estamos falando de Roberto Antonio Thomaziello, engenheiro agrônomo que sabe como poucos o que é transferir tecnologia e difundir conhecimentos.

Prêmio IAC

O Instituto Agronômico, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo foi fundado em 27 de junho de 1887 pelo Imperador D. Pedro II.

Como parte das comemorações, o Instituto Agronômico outorga, desde 1994 (Categorias Internas) e desde 2001 (Categorias Externas), o Prêmio IAC, que é o reconhecimento ao mérito científico, ao desempenho institucional e aos profissionais e instituições de destaque na agricultura paulista e nacional.

Internamente, o Prêmio IAC prevê a escolha nas categorias Apoio (técnico ou administrativo) e Pesquisador Científico.

Externamente, o Prêmio IAC é conferido a até três pessoas físicas ou jurídicas, escolhidas dentre as categorias: Agência de Fomento à Pesquisa, Destaque Especial, Personalidade do Agronegócio, Personalidade da Pesquisa, ou do Ensino ou da Extensão, Político ligado ao Agronegócio e/ou à Ciência e Tecnologia e Produtor Rural.

O Prêmio IAC consiste em miniatura do Prédio D. Pedro II, feita pelo artista plástico Giuseppe Botica e executada pela Fundiart –Fundição Artística em bronze sobre granito preto.

Quem pode ser agraciado

O Prêmio IAC na categoria externa visa a homenagear pessoas físicas ou jurídicas que, na área agrícola, destacaram-se pela contribuição nas esferas científicas e tecnológicas ou em atividades práticas que propiciem o desenvolvimento da agricultura sustentável, a melhoria da renda do agricultor e do agronegócio paulista.

Quem pode indicar

A indicação de candidatos é feita, mediante consulta, por pessoas físicas ou jurídicas ligadas ao agronegócio brasileiro, entidades de classe, associações, sindicatos, empresas, cooperativas, universidades, instituições de pesquisa e extensão rural. Os nomes indicados são avaliados pela comissão responsável pelo Prêmio IAC, composta por servidores do Instituto Agronômico e avalizada por seu Conselho de Diretores.

Entrega

A entrega do Prêmio é realizada na Sessão Solene que encerra as festividades em comemoração ao aniversário do Instituto Agronômico, em 27 de junho.

MEDALHA DE HONRA AO MÉRITO FRANZ WILHELM DAFERT

Em 2009 foi instituída a medalha de “Honra ao Mérito Franz Wilhelm Dafert" para homenagear personalidades e instituições por seus valores pessoais e serviços relevantes prestados à agricultura brasileira. Franz Wilhelm Dafert foi o fundador e primeiro diretor do Instituto Agronômico. Jovem cientista austríaco, doutor em química agrícola, foi contratado pelo governo brasileiro para organizar e dirigir um instituto de pesquisa agronômica. Sua gestão, considerada admirável, foi um período em que ocorreram importantes transformações na instituição, possibilitando um maior atendimento às demandas e à melhoria dos serviços. Sob sua direção, o Instituto Agronômico foi a primeira instituição a realizar análise de solo e planta no Brasil, recebendo, em 1904, a Medalha de Prata por Análise de Solo na Exposição Universal de Saint Louis, nos Estados Unidos.

 



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