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Premiados 2001:

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC PESQUISADOR CIENTÍFICO DO ANO

• PAULO DE SOUZA GONÇALVES
Graduado em Agronomia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1971. Concluiu seu mestrado em Melhoramento Florestal pela North Carolina State University (N.C.S.U.), Estados Unidos, em 1978. Em 1987 finalizou seu Doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas, na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, ESALQ/USP. Ao longo de sua carreira realizou 181 produções gráficas, 61 produções técnicas e 1 produção artístico-cultural. Além disso, tem três orientações de mestrado, duas de doutorado, uma de graduação e 32 orientações de outra natureza. Participou de 25 bancas examinadoras e comissões julgadoras. Foi agraciado com os seguintes prêmios e títulos: em 1983, recebeu um documento de felicitação do CNPSD/EMBRAPA; um diploma de felicitações da EMBRAPA, em 1985, e uma homenagem da Associação Paulista de Produtores Rurais de Borracha, em 2001.

CATEGORIAS INTERNAS / PRÊMIO IAC APOIO TÉCNICO CIENTÍFICO/ADMINISTRATIVO DO ANO

• BENEDITO WANDERLEY DA CUNHA
Técnico de Apoio a Pesquisa Científica e Tecnológica, efetivo, lotado no Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”, do Instituto Agronômico. Foi admitido no IAC em 4 de fevereiro de 1986, como Auxiliar Agropecuário, sendo transferido da Seção de Fruticultura para o Centro de Citricultura, em 13 de outubro de 1988, com o mesmo cargo. Nessa Unidade passou a ocupar a função de Técnico de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica em 4 de agosto de 1992, onde exerce suas atividades até a presente data. Vanderley é pessoa dócil, de trato fácil, que está sempre pronto a ajudar aqueles que o procuram. Tem como característica a liderança, a organização, a disciplina e a ética com que realiza seu trabalho nas estufas do Centro de Citros. Essa atitude não poderia ser diferente, vinda de quem vem e realçada pelo trabalho minucioso que faz, pois dá início à vida de uma planta cítrica, realizando essa tarefa com muita destreza e competência. Funcionário exemplar foi agraciado, com muita justiça em 2001, com um Diploma de Reconhecimento pelos relevantes serviços prestados às Citriculturas Brasileira e Paulista.

• JOÃO BATISTA RODRIGUES
Na categoria Apoio Administrativo 2001, foi agraciado João Batista Rodrigues, Técnico de Apoio à Pesquisa, da Estação Experimental de Agronomia de Itararé.

CATEGORIAS EXTERNAS / PRÊMIO IAC PERSONALIDADE DO AGRONEGÓCIO

• LUIZ MARCOS SUPLICY HAFERS
Nascido em 1935 em Santos, SP, de família de cafeicultores desde 1840. Trabalhou como corretor e exportador de algodão na empresa da família da década de 1950 até 1970. Viajou o mundo inteiro vendendo algodão. Começou com agricultura em terras arrendadas em 1958, comprou a primeira fazenda de café no Norte do Paraná em 1962, participou de grandes reflorestamentos nos anos 1970 que resultaram a fábrica da Pisa Papel de Imprensa S/A da qual foi um dos fundadores junto com o grupo O Estado de São Paulo. Fazendeiro no Oeste Baiano com café e gado desde 1989. Foi Presidente da Sociedade Rural Brasileira de 1996 a 2002. Sempre presente nas grandes discussões sobre a agricultura brasileira. É Conselheiro da SRB – Sociedade Rural Brasileira e Presidente da APAC – Associação Paranaense de Cafeicultores.

Prêmio IAC

O Instituto Agronômico, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo foi fundado em 27 de junho de 1887 pelo Imperador D. Pedro II.

Como parte das comemorações, o Instituto Agronômico outorga, desde 1994 (Categorias Internas) e desde 2001 (Categorias Externas), o Prêmio IAC, que é o reconhecimento ao mérito científico, ao desempenho institucional e aos profissionais e instituições de destaque na agricultura paulista e nacional.

Internamente, o Prêmio IAC prevê a escolha nas categorias Apoio (técnico ou administrativo) e Pesquisador Científico.

Externamente, o Prêmio IAC é conferido a até três pessoas físicas ou jurídicas, escolhidas dentre as categorias: Agência de Fomento à Pesquisa, Destaque Especial, Personalidade do Agronegócio, Personalidade da Pesquisa, ou do Ensino ou da Extensão, Político ligado ao Agronegócio e/ou à Ciência e Tecnologia e Produtor Rural.

O Prêmio IAC consiste em miniatura do Prédio D. Pedro II, feita pelo artista plástico Giuseppe Botica e executada pela Fundiart –Fundição Artística em bronze sobre granito preto.

Quem pode ser agraciado

O Prêmio IAC na categoria externa visa a homenagear pessoas físicas ou jurídicas que, na área agrícola, destacaram-se pela contribuição nas esferas científicas e tecnológicas ou em atividades práticas que propiciem o desenvolvimento da agricultura sustentável, a melhoria da renda do agricultor e do agronegócio paulista.

Quem pode indicar

A indicação de candidatos é feita, mediante consulta, por pessoas físicas ou jurídicas ligadas ao agronegócio brasileiro, entidades de classe, associações, sindicatos, empresas, cooperativas, universidades, instituições de pesquisa e extensão rural. Os nomes indicados são avaliados pela comissão responsável pelo Prêmio IAC, composta por servidores do Instituto Agronômico e avalizada por seu Conselho de Diretores.

Entrega

A entrega do Prêmio é realizada na Sessão Solene que encerra as festividades em comemoração ao aniversário do Instituto Agronômico, em 27 de junho.

MEDALHA DE HONRA AO MÉRITO FRANZ WILHELM DAFERT

Em 2009 foi instituída a medalha de “Honra ao Mérito Franz Wilhelm Dafert" para homenagear personalidades e instituições por seus valores pessoais e serviços relevantes prestados à agricultura brasileira. Franz Wilhelm Dafert foi o fundador e primeiro diretor do Instituto Agronômico. Jovem cientista austríaco, doutor em química agrícola, foi contratado pelo governo brasileiro para organizar e dirigir um instituto de pesquisa agronômica. Sua gestão, considerada admirável, foi um período em que ocorreram importantes transformações na instituição, possibilitando um maior atendimento às demandas e à melhoria dos serviços. Sob sua direção, o Instituto Agronômico foi a primeira instituição a realizar análise de solo e planta no Brasil, recebendo, em 1904, a Medalha de Prata por Análise de Solo na Exposição Universal de Saint Louis, nos Estados Unidos.

 



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