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Jardim Botânico IAC


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QUARENTENÁRIO IAC
“EMÍLIO BRUNO GERMEK”

O IAC está credenciado pela Defesa Sanitária para realizar a quarentena de plantas no Estado de São Paulo, bem como pela CTNbio para efetivar quarentena de germoplasma transgênico.


Inspeções Quarentenárias no IAC: 1997 - João Batista Curti (DDIV/DF), Tarcisio Prezotto (DFA/SP), Renato Ferraz de Arruda Veiga (IAC) e José Nelson Lemos Fonseca (Cenargen/DF); 1997 (sem foto, Biossegurança): Paccelli M. Zahles (MAPA/DF), Tarcisio Prezotto (DFA/SP), Vinicius Ferreira Carvalho (MCT/DF), Damião Maciel Guedes (MAPA/DF); 2002 (Flávio de Azevedo Levy (MAPA/Campinas), Rosivaldo A. Illipronti Jr. (MAPA/SP), Fátima M.E. de S.Oliveira (MAPA/DF) e Maria de Lourdes Viana Alves (MAPA/DF)

Detalhe: Renato, Curti e Levy, são formados pela mesma turma da FAZMACG – Pinhal - em 1978.


O IAC E A QUARENTENA DE PLANTAS

O germoplasma introduzido, de outras regiões do país, onde haja restrições de trânsito, e do exterior, tem que passar necessariamente por um rígido controle, com o fiel cumprimento da legislação fitossanitária vigente. Mesmo com o cumprimento da legislação, existe o risco de introdução de uma praga, quer seja por leigos quer seja por profissionais da área agrícola que teimam em não seguir os procedimentos recomendados internacionalmente. O IAC se preocupa com esta situação e vem procurando cumprir com eficiência as atividades relacionadas a esta área, atuando vigorosamente através do "Complexo Quarentenário" (o qual teve a modernização de sua área financiada pela FAPESP - 1997). A FINEP (2003) financiou equipamentos para a área de conservação que deverão servir de apoio logístico ao quarentenário, tais como casa-de-vegetação, telado, câmaras-frias e equipamentos dos laboratórios de conservação in vitro.


Segundo as "Normas e Procedimentos Quarentenários de Intercâmbio Internacional de Vegetais e Solo", constantes da Portaria Nº 148 , de 15 de junho de 1992, podem ser credenciadas pelo Ministério da Agricultura para realização oficial de intercâmbio e quarentena as instituições que se comprometam a atender às seguintes exigências:


A - Instalações adequadas - Deve possuir laboratórios e equipamentos de quarentena para exames entomológicos e fitopatológicos, objetivando a detecção, identificação, tratamento e erradicação de pragas e fitopatógenos no material vegetal e solo a ser importado e exportado;


B - Pessoal capacitado - Refere-se ao pessoal que responsável pelo funcionamento das instalações de quarentena, preparo , manipulação, embalagem e etiquetagem do material".


Posteriormente a conclusão das obras do Complexo Quarentenário, especialistas da CPP/DTQ/MA/DF e DFA/MA/SP, e Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (CENARGEN) fizeram três inspeções de adequação. Constatou-se que as exigências efetuadas para a oficialização do quarentenário já tinham sido cumpridas pelo IAC, assim, o Processo de Oficialização do Quarentenário junto a Defesa Sanitária Vegetal já foi aprovado no DO nº91, de 15 de maio de 1998, Portaria nº 56 de 11 de maio de 1998. Também obteve a autorização do CTNbio, obtendo a CQB nº 0065/98, no DOE nº 170 de 4 de setembro de 1998, para a quarentena de OGM.


O IAC vem mantendo o intercâmbio de germoplasma com as instituições congêneres do próprio Estado de São Paulo, de outros estados e países, e inclusive com agricultores, mais intensamente, a partir da década de trinta. Isso representa, até o momento, introduções com aproximadamente 70.300 acessos e, o fornecimento médio de 8.600 volumes contendo cultivares, linhagens, ou espécies diversas. A conseqüência da utilização dos recursos genéticos, introduzidos pelo IAC, pode ser observada pelo lançamento oficial de aproximadamente 700 cultivares, o que representa mais de 6 cultivares lançados por ano; além disso, os seus recursos genéticos foram utilizados para superar crises na agricultura nacional, como por exemplo (entre tantos outros já consagrados pela agricultura brasileira) o episódio do aparecimento da ferrugem do cafeeiro, quando o IAC solucionou o problema através do uso de germoplasma resistente, anteriormente introduzido em sua coleção e preservado para uso numa oportunidade adequada. Já está credenciado pelo CGEN, como fiel depositário, desde 2003.


O dilema de quem trabalha com recursos genéticos é conseguir efetuar a introdução do máximo de acessos e, ao mesmo tempo, conseguir impedir a entrada de pragas exóticas. Foi pensando em aprimorar ambas as ações que o IAC montou o complexo quarentenário para, além de atender o seu próprio fluxo de germoplasma, também, em casos que se celebre convênios de interesse para a agricultura paulista, poder colaborar com as instituições congêneres, agricultores e empresas privadas.


Quarentenas de Espécies Ornamentais realizadas no Complexo Quarentenário IAC.

1. Quarentena de milho transgênico; 2. Quarentena de espécies de Alface e 3. Vista interna do Quarentenário do IAC, em inspeção realizada na edificação pelo Dr. João Batista Curt com o Dr. Renato F.A.Veiga- DFA/DF, contemporâneos da 10a. turma formada pela Faculdade de Agronomia e Zootecnia "Manonel Carlos Gonçalves", em Espírito Santo do Pinhal.


Quarentena de introdução de batata "in vitro" (Pepsico do Brasil Ltda.) no IAC-2003 - Eng. Agr. Ricardo Lomba Galvão Rezende


Premissas de Quarentena

a) Todo o trabalho é realizado seguindo-se, a risca, a legislação fitossanitária vigente;

b) As ações são canalizadas para liberar germoplasma sadio, sem riscos fitossanitários, com a maior brevidade possível;

c) A primeira fase da quarentena já parte da elaboração do pedido oficial de importação, quanto escolhe-se, principalmente, germoplasma oriundo de regiões de baixo risco fitossanitário, selecionando-se a estrutura reprodutiva de menor risco para a introducão (Ex: material "in vitro"/sementes, sementes ao invés de estacas, etc.);

d) A segunda etapa da quarentena é a inspeção no momento da abertura do volume, onde utiliza-se de uma sala especialmente planejada para este fim, isto é, a prova de escape de insetos;

e) O tempo de permanência em inspeção depende, principalmente, do estado fitossanitário do germoplasma, além de se considerar o ciclo da planta e o do patógeno quarentenário.

 

PRAGAS QUARENTENÁRIAS A1 (inexistentes no país)
ACARINA

# Acarus siro, grãos armazenados;
# Aceria oleae
# Aculus schlechtendali, maçã;
# Aleuroglyphus beklemishevi
# Amphitetrnychus viennensis
# Brevipalpus chilensis, fruteiras diversas;
# Brevipalpus lewisi, polífaga;
# Calacarus citrifolii
# Cheiracus salcatus
# Eotetranychus carpini, fruteiras diversas;
# Eotetrabychus orientalis
# Halotydeus major
# Penthaleus major
# Raoiella indica
# Rhizoglyphus major
# Steneotarsonemus panshini
# Steneotarsonemus spinki, arroz;
# Tarsonemus cuttacki
# Tetranychus mcdanieli, fruteiras diversas;
# Tetranychus pacificus, fruteiras diversas, ornamentais e algodão;
# Tetranychus truncatus
# Tetranychus turkestani, polífaga;

COLEOPTERA

# Acalymma vittatum
# Aegirhinus phaleratus
# Agriotes mancus
# Alaus oculatus
# Ampedus collaris
# Anaplophora spp.
# Anaplophora glabripennis, árvores de madeira dura.
# Anthonomus eugenii,.; Capsicum spp
# Anthonomus pyri, pomáceas;
# Anthonomus pomorum, maçã;
# Anthonomus vestitus, algodão;
# Anthonomus spp. (exceto A. grandis)
# Anthores leuconotus, café;
# Bixadus sierricola, café;
# Brachycerus spp., alho, cebola e ervilha;
# Bruchidius spp., ervilha;
# Bruchus spp., ervilha;
# Bruchus pisorum
# Callidiellum rufipenne
# Caryedon serratus
# Chaectonema basalis, arroz e trigo;
# Conoderus vespertinus
# Conotrachelus nenuphar, drupáceas e pomáceas;
# Cryptorhynchus lapathi
# Dendroctonus spp
# Diabrotica bateata
# Diabrotica barberi
# Diabrotica undecimpunctata howardi
# Diabrotica virgifera aequalis
# Dicladispa armigera, arroz;
# Diocalandra taitense, coco;
# Epicaerus cognatus, batata;
# Heterobostrychus aequalis
# Holotrichia serrata
# Hylobius abietis
# Ips spp.
# Latheticus oryzae
# Leptinotarsa decemlineata, batata;
# Limonius californicus
# Lissorhoptrus oryzophilus, arroz e outras gramíneas;
# Lophocateres pusillus
# Melanotus communis
# Monochamus spp.
# Monolepta australis
# Odoiporus longicollis, banana;
# Ootheca bennigseni
# Oothecamutabilis
# Oryctes rhinoceros
# Othiorhynchus cribricollis
# Othiorhynchus ovatus
# Othiorhynchus sulcatus, morango e videira;
# Palorus ratzeburgi
# Plocaederus ferrugineus, café e caju;
# Premnotrypes spp., batata;
# Popillia japonica
# Prostephanus truncatus, grãos armazenados em geral;
# Rhabdoscelus obscurus, cana-de-açúcar;
# Rhizotrogus majalis
# Rhyparida caeruleinepennis
# Rhyparida clypeata
# Rhyparida discopunctulata
# Saperda spp.
# Sinoxylon spp. (exceto S. Conigerum)
# Sphenophorus venatus
# Stegobium paniceum
# Sternochetus mangiferae
# Tetropium fuscum
# Thorictodes heydeni
# Tomicus piniperda
# Trogoderma spp.



DIPTERA

# Acanthiophilus helianthi
# Anastrepha ludens, frutas diversas;
# Anastrepha suspensa, frutas diversas;
# Atherigona soccata, sorgo, arroz, trigo e milho;
# Bactrocera spp., (exceto B. carambolae), frutas diversas;
# Ceratitis spp. (exceto B. carambolae)
# Chromatomyia horticola, curcubitáceas e hortaliças;
# Contarinia tritici, trigo;
# Dacus spp., frutas diversas e cucurbitáceas;
# Delia spp. (exceto Delia platura), cereais;
# Mayetiola destructor, cereais;
# Ophiomyia phaseoli, feijão;
# Orseolia oryzivora, arroz;
# Orseolia oryzae, arroz e outras gramíneas;
# Prodiplosis longifila
# Rabdophaga saliperda (= Helicomyia saliciperda)
# Rhagoletis spp.
# Sitodiplosis mosellana, trigo;
# Toxotrypana curvicauda, mamão;



HEMIPTERA

# Aleurocanthus spp. (exceto A. woglumi)
# Ceroplastes destructor, citros e polífaga;
# Ceroplastes japonicus
# Ceroplastes rubens
# Cicadulina mbila, milho, trigo, cana-de-açúcar e gramíneas
# Diuraphis noxia, trigo, cevada, aveia e centeio;
# Eurigaster intregriceps,trigo, triticale, centeio e aveia;
# Fiorinia nephelii
# Helopeltis antonii, caju;
# Homalodisca coagulata
# Icerya seychellarum
# Leptocoris rufomarginata
# Leptocoris tagalica
# Maconellicoccus hirsutus, polífaga ;
# Metcalfa pruinosa
# Myndus crudus
# Perkinsiella saccharicida, cana-de-açúcar;
# Planococcoides njalensis, cacau e café;
# Planococcus lilacinus, citros, café e cacau;
# Prosápia bicincta
# Rastrococcus invadens, manga;
# Scaphoideus titanus



HYMENOPTERA

# Cephus cinctus, trigo, triticale, aveia e centeio;
# Cephus pygmaeus, trigo, triticale, aveia e centeio;
# Megastigmus spp.
# Nematus desantisi
# Neodiprion spp.
# Systole albipennis
# Tremex spp.



LEPIDOPTERA

# Agrius convolvuli, citros;
# Agrotis lineatus
# Agrotis segetum, algodão e cucurbitáceas;
# Amyelois transitella
# Anarsia lineatella, Prunus spp., pêra;
# Archips spp.
# Argyrogramma signata, crucíferas, legumes e girassol;
# Carposina niponensis (= Carposina sasakii)
# Choristoneura spp.
# Conogethes punctiferalis
# Conopomorpha cramerella
# Copitarsia naenoides
# Cossus cossus
# Cephonodes hylas, café;
# Chilecomadia valdiviana
# Chilo partellus, sorgo e milho;
# Chilo supressalis, arroz;
# Cryptophlebia leucotreta, frutas diversas;
# Cryptophlebia ombrodelta
# Cydia spp. (exceto C. molesta, C.araucariae e C. pomonella), frutas diversas;
# Deilephila elpenor
# Diaphania indica
# Dyspessa ulula, alho e cebola;
# Earias biplaga, algodão e cacau;
# Ectomyelois ceratoniae, nozes e sementes;
# Eldana saccharina, milho, sorgo, arroz e cana-de-açúcar;
# Erionota thrax, banana e coco;
# Eudocima fullonia (= Othreis fullona)
# Gortyna xanthenes
# Helicoverpa armigera, algodão;
# Hippotion celerio
# Hyphantria cunea
# Ichneumenoptera chrysophanes
# Lampides boeticus, feijão e soja;
# Leucinodes orbonalis, batata e tomate;
# Leucoptera meyricki, café;
# Lobesia botrana, uva, oliva e framboesa;
# Lymantria dispar
# Lymantria monacha
# Malacosoma spp.
# Mocis repanda, arroz, milho, cana-de-açúcar e gramíneas forrageiras;
# Mythimna loreyi, arroz e milho;
# Mythimna separata, arroz, milho, sorgo, trigo e cana-de-açúcar;
# Nacoleia octasema, banana e milho;
# Ostrinia furcanalis, milho;
# Ostrinia nubilalis, milho;
# Paranthrene tabaniformis
# Parasa lepida, abacaxi, café, cacau, coco e outras palmáceas;
# Pectinophora scutigera, algodão e outras malváceas;
# Platynota stultana, polífaga;
# Prays citri, citros;
# Rhyacionia spp.
# Scirpophaga incertula, arroz;
# Sesamia inferens, trigo, triticale, aveia e centeio;
# Spodoptera albula
# Spodoptera littoralis
# Thaumatopoea pityocampa, Pinus spp;
# Vitaceae polistiformis
# Zeuzera pyrina

THYSANOPTERA

# Drepanothrips reuteri
# Frankliniella pyrina
# Frankliniella cestrum
# Frankliniella intonsa
# Limothrips cerealium
# Limothrips denticornis
# Scirtothrips aurantii
# Scirtothrips dorsalis
# Scirtothrips magiferae



NEMATODA

# Anguina agrostis
# Anguina pacifae
# Anguina tritici, trigo, aveia, cevada e centeio;
# Belonolaimus longicaudatus
# Bursaphelenchus mucronatus
# Bursaphelenchus xylophilus, Pinus spp., bálsamo e cedro;
# Ciconema mutabile
# Ditylenchus africanus
# Ditylenchus angustus, arroz;
# Ditylenchus destructor, batata e bulbos florais;
# Ditylenchus dipsaci (todas as raças, exceto as do alho), polífaga;
# Globodera pallida, batata, tomate e berinjela;
# Globodera rostochiensis, batata, tomate e berinjela;
# Heterodera avenae
# Heterodera cajani
# Heterodera ciceri
# Heterodera goettingiana
# Heterodera mediterranea
# Heterodera schachtii, beterraba;
# Heterodera punctata, milho e trigo;
# Heterodera oryzae, arroz;
# Heterodera oryzicola, arroz;
# Heterodera sacchari, arroz;
# Heterodera trifolii, soja;
# Heterodera zeae, milho;
# Meloidogyne chitwoodi, batata;
# Meloidogyne fallax
# Nacobbus aberrans, batata e tomate;
# Nacobbus dorsalis, batata;
# Pratylenchus fallax, frutíferas, rosa, morango e crisântemo;
# Pratylenchus scribneri, milho, tomate, beterraba, cebola, soja, batata e orquidea;
# Pratylenchus thornei, trigo, maçã, rosa e ornamentais;
# Pratylenchus crenatus
# Pratylenchusgoodeyi
# Punctodera chalcoensis, milho;
# Radopholus citrophilus, citros;
# Rotylenchulus parvus, cana-de-açúcar e milho ;
# Subanguina radicicola, gramíneas;
# Xiphinema diversicadatum
# Xiphinema italiae, videira, frutíferas e coníferas;
# Xiphinema rivesi



PROCARIONTES

# Apple chat fruit phytoplasma
# Apple proliferation phytoplasma
# Burkholderia glumae
# Candidatus liberibacter africanus
# Clavibacter michiganensis spp. insidiosus, alfafa e trevo;
# Clavibacter michiganensis spp. nebraskensis, milho;
# Clavibacter michiganensis spp. sepedonicus, batata;
# Erwinia amylovora, rosáceas;
# Erwinia salicis
# Grapevine flavescence dorée phytoplasma
# Palm lethal yellowing phytoplasma
# Pantoea stewartii, milho;
# Peach X-disease phytoplasma
# Peach rosette phytoplasma
# Peach yellows phytoplasma
# Pear decline phytoplasma
# Pectobacterium rhapontici
# Pseudomonas syringae pv. phaseolicola, feijão;
# Rhodococcus fascians
# Spiroplasma citri (Stubborn), citros;
# Xanthomonas axonopodis pv. aurantifolii raça B
# Xanthomonas campestris pv. cassavae, mandioca;
# Xanthomonas axonopodis pv. citri (Biotipos B e E), citros;
# Xanthomonas oryzae pv. orizae, arroz;
# Xanthomonas oryzae pv. orizicola, arroz;
# Xanthomonas populi
# Xanthomonas vasicola pv. musacearum
# Xylophilus ampelinus, uva;



PHYTOPLASMA, VIRUS E VIRÓIDES

# African cassava mosaic virus, mandioca; (ACMV)
# Andean potato latent virus; (APLV)
# Arabis mosaic virus; (ArMV)
# Arracacha virus B; (AVB)
# Artichoke Italian latent vírus; (AILV)
# Artichoke latent vírus; (ArLV)
# Artichoke mottled crinkle vírus; (AMCV)
# Artichoke yellow ringspot virus; (AYRSV)
# Banana bract mosaic virus; (BBrMV)
# Banana bunch top virus, banana;
# Barley stripe mosaic virus, trigo e cevada;
# Beet curly top virus; (BCTV)
# Blueberry leaf mottle virus; (BLMoV)
# Broad bean wilt virus; (BBWV)
# Cacao swollen shoot virus; (CSSV)
# Coconut Cadang-cadang viroid; (CCCVd)
# Citrus impietratura virus
# Citrus leaf rugose virus; (CiLRV)
# Citrus varigation virus; (CVV)
# Clover yellow vein virus; (CIYVV)
# Impatiens necrotic spot virus; (INSV)
# Lily simptomless virus; (LSV)
# Melon necrotic spot virus; (MNSV)
# Fiji disease virus, cana-de-açúcar;
# Peach rosette mosaic virus, ervilha; (PRMV)
# Peanut stripe virus; (PStV)
# Peanut stunt virus; (PSV)
# Pepino mosaic virus; (PepMV)
# Perlagonium zonate spot virus; (PZSV)
# Plum Pox virus; (PPV)
# Poplar mosaic virus; (PopMV)
# Potato mop-top virus; (PMTV)
# Potato Spindle Tuber viroide - PSTVd, batata;
# Potato virus A; (PVA)
# Potato virus T; (PVT)
# Potato yellowing virus; (PYV)
# St. Augustine decline virus; (SAD)
# Strawberry latent ringspot; (SLRSV)
# Tobacco black ring virus (= Tomato Black Ring Virus); (TBRV)
# Tobacco rattle virus; (TRV)
# Tomato bushy stunt virus; (TBSV)
# Tomato ring spot virus, tomate;
# Tomato breaking virus; (TBV)



FUNGOS

# Atelocauda digitata
# Alternaria gaisen
# Alternalia mali
# Alternaria vitis, uva;
# Alternaria triticina, trigo;
# Apiosporina morbosa
# Armillaria luteobubalina
# Armillaria ostoyae
# Armillaria tabescens
# Arthuriomyces peckianus
# Balansia clavula
# Balansia oryzae-sativae (= Ephelis oryzae)
# Bipolaris australiensis
# Botrytis fabae
# Bremiella sphaerosperma
# Ceratobasidium cerelae (= Rhizoctonia cerealis)
# Chondrostereum purpureum
# Cladosporium cladosporioides f.sp. pisicola (= Cladosporium pisicola)
# Cladosporium gossypiicola
# Colletotrichum kahawae, café;
# Cronartium spp.
# Curvularia uncinata
# Curvularia verruculosa
# Davidiella populorum (= Mycosphaerella populorum)
# Diaporthe tanakae
# Dichotomophthoropsisvsafeeulaensis
# Discosia maculicola
# Drepanopeziza populi-albae (= Marssonina castagnei)
# Drepanopeziza poulorum (= Maessonina populi)
# Drepanopeziza punctiformis (= Marssonina brunnea)
# Endocronartium harknessii
# Fusarium camptoceras
# Fusarium circinatum
# Fusarium oxysporum f. sp. radicis lycopersici, tomate;
# Fusarium paspali
# Ganoderma orbiforme (= Ganoderma boninense)
# Gibberella xylarioides, café;
# Gleotinia granigena
# Glomerella manihotis, mandioca;
# Grovesinia pyramidalis
# Gymnosporangium spp., pomáceas e rosáceas ornamentais;
# Haplobasidion musae, banana;
# Helicobasidium longisporum (= Helicobasidium mompa)
# Heliococeras spp., arroz;
# Hemileia coffeicola, café;
# Hendersonia oryzae, arroz;
# Heterobasidium annosum
# Hymenoscyphus scutula
# Hymenula cerealis (= Cephalosporium gramineum)
# Kabatiella lini (= Polyspora lini)
# Leptospharia libanotis
# Metaspharia aulica
# Monilinia vaccinii-corymbosi
# Moniliophthora roreri, cacau;
# Monoporascus eutypoides
# Mycocentrospora acerina
# Mycosphaerella dearnessii
# Mycosphaerella gibsonii
# Mycosphaerella zeae-maydis, milho;
# Nectria cinnabarina
# Neocteria galligena (= Nectria galligena), maçã e pera;
# Neottiosporina paspali (= Stagonospora paspali)
# Neotyphodium coenophialum
# Oncobasidium theobromae, cacau;
# Oospora oryzetorum, arroz;
# Periconia circinata
# Peromosclerospora sacchari
# Peronospora farinosa
# Peronospora impatientis
# Peronospora viciae
# Phaeosphaerella paspali
# Phoma andigena
# Phoma exigua var. foveata
# Phoma tracheiphila
# Phomopsis impatientis
# Phyllosticta brassicae
# Phyllosticta solitária
# Phyllosticta solitária
# Phymatotrichopsis omnivora
# Physopella ampelopsidis
# Phytophthora erythroseptica
# Phytophthora ramorum
# Plasmopara hastedii (exceto raça 2)
# Plasmopara obducens
# Podosphaera balsaminae
# Podosphaera fusca (= Sphaerotheca fusca)
# Polyscytalum pustulans, batata;
# Pseudopezicula tracheiphila (= Pseudopeziza tracheiphila)
# Puccinia erianthi, cana-de-açúcar;
# Puccinia impatientis (= Puccinia argentata)
# Puccinia komarovii
# Puccinia kuehnii
# Puccinia rubigo-vera var. Impatientis
# Pyrenochaeta glycines (= Dactuliochaeta glycines)
# Pythium paroecandrum
# Ramularia collo-cigni
# Septoria noli-tangere
# Sphacelotheca sacchari, cana-de-açúcar;
# Stagonospora sacchari, cana-de-açúcar;
# Synchytrium endobioticum, batata;
# Synchytrium impatientis
# Taphrina populina
# Teichospora fulgurata
# Thecaphora solani (= Angiosorus solani)
# Tilletia indica, trigo;
# Tilletia laevis
# Trematosphaeria pertusa
# Urocystis agropyri, trigo;
# Valsa nívea
# Venturia populina
# Verticillium nigrescens



ERVAS DANINHAS

# Acroptilon repens
# Alopecurus myosuroides
# Amaranthus albus
# Amaranthus blitoides
# Amaranthus graecizans
# Apera spica-venti
# Arceuthobium spp.
# Arctotheca calendula
# Asphodelus tenuifolius
# Brachiaria paspaloides
# Brassica tournefortii
# Bromus rigidus
# Cardaria draba
# Carduus acanthoides
# Carduus pycnocephalus
# Centaurea diffusa
# Chondrilla juncea
# Cleome viscosa
# Cirsium arvense;
# Corchorus aestuans
# Crassocephalum crepidioides
# Cuscuta autralis
# Cuscuta campestris
# Cuscuta epithymum
# Cuscuta europaea
# Cuscuta reflexa
# Descurainia sophia
# Elymus repens
# Emex australis
# Euphorbia esula
# Euphorbia helioscopia
# Fumaria bastardii
# Fumaria densiflora
# Fumaria muralis
# Galeopsis speciosa
# Heliotropium europaeum
# Hibiscus trionum
# Hieracium pilosella
# Hierschfeldia incana
# Hordeum leporinum
# Imperata cylindrica
# Lactuca serriola
# Leptochola chinensis
# Lindernia antípoda
# Lindernia ciliata
# Lindernia procumbens
# Lolium rigidum
# Ludwigia adscendens
# Melocia corchorifolia
# Monochoria vaginalis
# Myagrum perfoliatum
# Orobanche spp.
# Phalaris paradoxa
# Polygonum barbatum
# Polygonum nepalense
# Polygonum scabrum
# Senecio vulgaris
# Setaria pumila
# Seteria viridis
# Sisymbrium loeselii
# Sisymbrium orientale
# Sonchus arvensis
# Solanum rostratum
# Striga spp;
# Taenatherum caput-medusae;
# Vulpia ciliata



PRAGAS QUARENTENÁRIAS A2

INSETOS

HOSPEDEIROS

LOCAL

Aleurocanthus woglumi

Abacate, Álamo, Amora, Ardisia, Bananeira, Buxinho, Café, Caju, Carambola, Cherimóia, Citros, Dama da noite, Gengibre, Goiaba, Graviola, Grumixama, Hibisco, Jasmim-manga, Lichia, Louro, Mamão, Manga, Maracujá, Marmelo, Murta, Pêra, Pinha, Romã, Rosa, Sapoti e Uva.

Amapá, Amazonas, Goiás, Maranhão, Pará, São, Paulo e Tocantins.

Bactrocera carambolae

Hospedeiros primários: Carambola, Goiaba, Jambo vermelho, Laranja caipira, Laranja da terra, Laranja amarga, Laranja, Maçaranduba, Arapaju, Mararaju e Manga.

Hospedeiros secundários: Acerola, Amendoeira, Bacupari, Bilimbi, Carambola marela, Caimito ou Abiu, Cajazeiro ou Taperebá, Caju, Fruta pão, Gomuto, Jaca, Jambo branco ou d’água, Jamborosa, Jujuba, Laranja doce, Limão cayena, Pimenta picante, Pimenta do diabo, Pitangueira vermelha, Pomelo, Toranja, Tangerina e Tomate.

Amapá

Cydia pomonella

Ameixa, Damasco, Maçã, Marmelo, Nectarina, Pêra e Pêssego.

Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Dactylopius opuntiae

Palma forrageira.

Ceará, Paraíba e Santa Catarina.

Sinoxylon conigerum

Bálsamo, Caju, Flamboyant, Mandioca e Manga.

Mato Grosso.

Mycosphaerella fijiensis

Bananeira (Musa spp.) e Heliconia spp. exceto: Heliconia rostrata, H. bihai, H. augusta, H. chartaceae, H. spathocircinada, H. librata, H. psittacorum cultivar Red Opal e H. stricta.

Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

PROCARIONTES

HOSPEDEIROS

LOCAL

Candidatus liberibacter spp.

Citros, Fortunella spp. Poncirus spp. e Murta.

Minas Gerais, Paraná e São Paulo.

Ralstonia solanacearum raça 2

Bananeiras (Musa spp.) e Heliconia spp.

Amapá, Amazonas, Pará, Pernambuco, Rondônia, Roraima e Sergipe.

Xanthomonas axonopodis pv. Citri

Citros (Citrus spp.), Fortunella spp. e Poncirus spp.

Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

Xanthomonas campestris pv. Viticola

Videira, Vitis labrusca cultivar Isabel, Híbridos de Vitis vinifera x Vitis labrusca cultivares Niágara Branca e Niágara Rosada, Híbrido de V. berlandieri x V. riparia cultivar Paulsen 1103.

Bahia, Ceará e Pernambuco.



Lista de espécies nativas ameaçadas de extinção

Através da Portaria Nº 37-N, de 3 de abril de 1.992, o IBAMA torna pública a Lista Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção: Espécies marcadas com asteriscos (*) estão provavelmente extintas. Estas espécies não foram encontradas na natureza nos últimos 50 anos.


• Acanthococos emensis Toledo. PALMAE. (São Paulo, Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
• Aechmea apocalyptica Reitz. BROMELIACEAE. (Santa Catarina, Paraná, São Paulo). Categoria: Rara (R);
• Aechmea blumenavii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
• Aechmea kleinii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
• Aechmea pimenti-velosii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
• Aniba roseodora Ducke. LAURACEAE. Nome popular: “pau-de-rosa” (Amazonas, Pará). Categoria: Em perigo (E);
• Araucaria angustifolia (Bertol) O. Kuntese. ARAUCARIACEAE. Nome popular: “pinheiro-do-paraná”. (São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais). Categoria: vulnerável (V);
• Aspilia grasielae Santos. COMPOSITAE. (Mato Grosso do Sul). Categoria: Indeterminada (I);
• Aspilia paraensis (Huber) Santos. COMPOSITAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
• Aspilia pohlii Backer. COMPOSITAE. Categoria: Indeterminada (I);
• Aspilia procumbens Backer. COMPOSITAE. (Rio Grande do Norte). Categoria: Rara (R);
• Astronium fraxinifolium Schott. ANACARDIACEAE. Nome popular: “gonçalo-alves” (Minas Gerais, Goiás, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
• Astronium urundeuva (Fr.All.) Engl. ANACARDIACEAE. Nome popular: “aroeira-do-sertão”, “aroeira-legítima”. (Minas Gerais, Goiás, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí) Categoria: Vulnerável (V);
• Bauhinia smilacina (Schott) Steudel. LEGUMINOSAE. Nome popular: “cipó-escada-de-macaco”. (Rio de Janeiro, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
• Bertholletia excelsa HBK. LECYTHIDACEAE. Nome popular: “castanheira”, “castanheira-do-brasil”. (Amazonas, Pará, Maranhão, Rondônia, Acre). Categoria: Vulnerável (V);
• Billbergia alfonsi-joannis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “poço-de-jacó”, “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Espírito Santo, Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
• Bowdickia nitida Spruce ex Benth. LEGUMINOSAE. Nome popular: “sucupira”, ”sucupira-da-mata”, “sucupira-verdadeira”. (Amazonas, Pará, Rondônia). Categoria: Vulmerável (V);
• Brosimum glaucum Taubert. MORACEAE. (Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
• Brosimum glazioui Taubert. MORACEAE. Nome popular: “marmelinho”. (Rio de janeiro, Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
• Bumelia obtusifolia Roem et Schult. var. excelsa (DC) Mig. SAPOTACEAE. Nome popular: “quixabeira”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
• Caesalpina echinata Lam. LEGUMINOSAE. Nome popular: “pau-Brasil”, “pau-pernambuco”, “ibirapitanga”. (Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte) Catagoria: Em perigo (E);
• Cariniana ianeirensis Kunth. LECYTHIDACEAE. Nome popular: “jequitibá”. Rio de Janeiro. Categoria: Rara (R);
• Cattleya schilleriana Reichback. ORCHIDACEAE. (Espírito Santo) Categoria: Em perigo (E);
• Costus cuspidatus (Nees et Martins). Maas. ZINGIBERACEAE. (Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
• Custus fragilis Maas. ZINGIBERACEAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
• Costus fusiformis Maas. ZINGIBERACEAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
• Coupeia schottii Fritsch. CHRYSOBALANACEAE. Nome popular: “oiti-boi”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
• Dalbergia nigra (Vell.) Fr. All. LEGUMINOSAE. Nome popular: “jacarandá-da-bahia”. (Bahia, Espírito Santo). Categoria: Vulnerável (V);
• Dicksonia sellowiana (Presl) Hook. DICKSONIACEAE. Nome popular: “samambaiaçu-imperial” (Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Em perigo (E);
• Dicypellium caryophyllatum Nees. LAURACEAE. Nome popular: “cravo-do-maranhão”, “pau-cravo”, “casca-preciosa”. (Pará, Maranhão, Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
• Ditassa arianeae Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro, Espírito Santo). Categoria: Em perigo (E);
• Ditassa maricaensis Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Dorstenia arifolioa Lam. MORACEAE. Nome popular: “caapiá”, “caiapiá”, ”capa-homem”, ”carapiá”, “contra-erva”, “figueira-terrestre”. (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo). Categoria: Vulnerável (V);
• Dorstenia cayapia Vell. MORACEAE. Nome popular: “caapiá”, “caiapiá”, “caiapiá-verdadeiro”. (Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo). Categoria: Em Perigo (E);
• Dorstenia elata Hook. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá-grande”. (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
• Dorstenia ficus Vell. MORACEAE. Nome popular: “contra-erva”, “figueira-terrestre”. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
• Dorstenia fischeri Bureau. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá”. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Dorstenia ramosa (Desv.) Car. et al. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá-grande”, ”capa-homem”, “contra-erva”, “figueira-da-terra”. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
• Dorstenia tenuis Bompl. ex Bur. MORACEAE. Nome popular: “violeta-da-montanha”, “violeta-montes”. (Paraná, Santa Catarina). Categoria: Vulnerável (V);
• Dyckia cabrerae Smith et Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
• Dyckia distachya Hassler. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Paraná). Categoria: Em perigo (E);
• Dyckia hatschbachii L.B. Smith. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Paraná, Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
• Dyckia ibiramansis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
• Euxylophora paraensis Huber. RUTACEAE. Nome popular: “pau-amarelo”, “pau-cetim”. (Pará). Categoria:Vulnerável (V);
• Fernseea itatiae (Wawra) Baker. BROMELIACEAE. (Minas Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
• Gonolobus dorothyanus Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Heliconia angusta Vell. MUSACEAE. Nome popular: “bico-de-guará”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo). Categoria: Vulnerável (V);
• Heliconia citrina L. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Heliconia farinosa Raddi. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
• Heliconia fluminensis L. Em. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
• Heliconia lacletteana L. Em. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
• Heliconia sampaioana L. Em. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
• Helosis cayannensis (Swartz) Sprengel var. cayennensis. BALANOPHORACEAE. Nome popular: “sangue-de-dragão”. (Rondônia, Roraima, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
• Hirtella insignis Briquet et Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
• Hirtella parviunguis Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
• Hirtella samtosii Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
• Ipomoea carajaensis D. Austin. CONVOLVULACEAE. (Pará). Categoria: Em perigo (E).
• Ipomoea cavalcantei D. Austin. CONVOLVULACEAE. (Pará). Categoria: Em perigo (E).
• Jacquinia brasiliensis Mez. THEOPHRASTACEAE. Nome popular: “barbasco”, “pimenteira”, “tingui”. (do Rio de Janeiro até o Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
• Laelia fidelensis Pabst. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-de-são-fidelis”. (Rio de Janeiro). Categoria: Indeterminada (I);
• Laelia grandis Lindl. et Paxt. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-da-bahia”. (Bahia). Categoria: Em perigo (E).
• Laelia jongheana Reinchbach. ORCHIDADEAE. (Minas Gerais). Categoria: Vulnerável (V);
• Laelia lobata (Lindl.) Veitch. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-da-gávea”. (Rio de Janeiro).Categoria: Em perigo (E);
• Laelia perrinii (Lindl.) Paxt. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-de-perrin”. (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Laelia tenebrosa Rolfe. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-escura”. (Espírito Santo). Categoria: Em perigo (E);
• Laelia virens Lindl. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-verde”. (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
• Laelia xanthina Lindl. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-amarela”. (Espírito Santo). Categoria: Em perigo (E);
• Lavoisiera itambana DC. MELASTOMATACEAE. (Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
• Licania aracaensis Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Amazonas). Categoria: Rara (R);
• Licania bellingtonii Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Rondônia). Categoria: Em perigo (E);
• Licania indurata Pilger. CHRYSOBALANACEAE. Nome popular: ”milho-cozido”. (São Paulo). Categoria: Em perigo (E);
• Lomatozona artemisaefolia Baker. COMPOSITAE. (Goiás). Categoria: Rara (R);
• Lychnophora ericoides Mart. COMPOSITAE. Nome popular: “arnica”, “candeia” (Goiás, Minas Gerais, São Paulo). Categoria: Vulnerável (V);
• Melanoxylon braunia Schott. LEGUMINOSAE. Nome popular: “brauma-preta”. (Minas Gerais, Goiás, Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
• Mollinedia gilgiana Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
• Mollinedia glabra Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Mollinedia longicuspidata Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
• Mollinedia stenophylla Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Ocoteca basicordatifolia Vattimo. LAURECEAE. (São Paulo). Categoria: Rara (R);
• Ocoteca catharinensis Mez. LAURECEAE. Nome popular: ”canela-preta”. (São Paulo, Paraná, Santa, Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
• Ocoteca cymbarum H.B.K. LAURACEAE. Nome popular: “óleo-de-nhamuí”, “inhamuhy”, “louro-de-inhamuhy”, “sassafráz”. (Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
• Ocoteca langsdorffii Mez. LAURACEAE. Nome popular: “canelinha”. (Minas Gerais). Categoria:Vulnerável (V);
• Ocotea porosa (Nees) Barroso. LAURACEAE. Nome popular: “imbuia”. (São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
• Ocotea pretiosa Mez. LAURACEAE. Nome popular: “canela-sassafráz”. (da Bahia até o Rio Grande do Sul). Categoria: Em perigo (E);
• Parinari brasiliensis (Schott) Hook. CHRYSOBALANACEAE. (Rio de Janeiro, Minas Gerais). Categoria: Em perigo (E);
• Pavonia almifolia St. Hil. MALVACEAE. Nome popular: “guêta”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo).Categoria: Vulnerável (V);
• Phyllantus gladiatus Muell. Arg. EUPHORBIACEAE. Nome popular: “dracena-da-praia”. (Espírito Santo, Bahia). Categoria: Em Perigo (E);
• Pilocarpus jaborandi Holmes. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi”, “jaborandi-de-pernambuco”, “arruda-do-mato”, “jaborandi-branco”. (Ceará, Pernambuco) Categoria: Em Perigo (E);
• Pilocarpus microphyllus Stapf ex Wardl. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi-legítimo”, “jaborandi-do-maranhão”. (Pará, Maranhão, Piauí). Categoria: Em perigo (E);
• Pilocarpus trachylophys Holmes. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi-do-ceará”, “arruda-do-mato”. (Ceará, Piauí, Paraíba, Bahia, Minas Gerais). Categoria: Em perigo (E);
• Pithecellobium recemosum Ducke. LEGUMINOSAE. Nome popular: “angelim-rajado”, “ingarana”. (Pará, Amazonas, Amapá). Categoria: Vulnerável (V);
• Pouteria psammophila var. xestophylla (Miq. et Eichl.) Baehni. SAPOTACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
• Prepusa hookeriana Gardner. GENTIANACEAE. Nome popular: “cravina-do-campo’. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Schinopsis brasiliensis var. glabra Engl. ANACARDIACEAE. Nome popular: “brauna”, “baraúna”. (Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
• Simarouba floribunda St. Hil. SIMAROUBACEAE. (Minas Gerais). Categoria: (*)
• Simarouba suaveolensis St. Hill. SIMAROUBACEAE. (Minas Gerais). Categoria: (*)
• Swartzia glazioviana (Taubert) Glaziou. LEGUMINOSAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
• Swietenia macrophylla King. MELIACEAE. Nome popular: “mogno”, “águano”, “araputangá”, “caoba”, “cedroaraná”. (Acre, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Rondônia, Tocantins, Maranhão). Categoria: Em perigo (E);
• Torresea acreana Ducke. LEGUMINOSAE. Nome popular: “cerejeira”, “cumaru-de-cheiro”, “imburana-de-cheiro”. (Acre, Rondônia, Mato Grosso). Categoria: Vulnerável (V);
• Virola surinamensis Warb. MYRISTICACEAE. Nome popular: “ucuuba’, “ucuuba-cheirosa”, “ucuuba-branca”. (Pará, Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
• Vouacapoua americana Aubl. LEGUMINOSAE. Nome popular: “acapu”. (Pará). Categoria: Em perigo (E);
• Vriesea biguassuensis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjolinha”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Indeterminada (I);
• Vriesea brusquensis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina, Paraná). Categoria: Rara (R);
• Vriesea mulleri Mez. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”. (Santa Catarina, Paraná). Categoria: Rara (R);
• Vriesea pinottii Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina, Paraná). Categoria: Em perigo (E);
• Vriesea triangularis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjolinha”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Indeterminada (I)
• Worsleya raynei (J.D. Hooker) Traub. & Moldenke. AMARYLLIDACEAE. Nome popular:“rabo-de-galo”, “imperatriz-do-Brasil”, “amarilis-azul”. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E)

PROCEDIMENTOS PARA A INTRODUÇÃO DE GERMOPLASMA

a) solicitar do exportador, com antecedência, os dados essenciais para o preenchimento dos papéis de importação, tais como: a quantidade (unidade e peso), o valor estimado do volume, o meio de transporte, o ponto de entrada, a época de disponibilidade do germoplasma, tipo de embalagem, quais as espécies e cultivares, nome e endereço completo do exportador;
b) uma vez que esteja de posse dos dados acima, submeter ao Serviço de Sanidade Vegetal (SSV/DFA) e ao Serviço de Fiscalização de Fomento da Produção Vegetal (SFFV/DFA) o Pedido de Importação( para germoplasma sem restrições) ou com o PERMIVS (para germoplasma com proibição de importação);
c) após ter recebido a Permissão de Importação deve-se enviá-la ao remetente, solicitando-lhe que, junto ao volume, efetue a remessa do Certificado Fitossanitário Internacional (seguindo-se as exigências do Brasil, conforme a periculosidade do germoplasma), e que encaminhe somente o original;
d) ao chegar a encomenda, é necessário dar entrada junto do SSV/DFA e junto ao SFFV/DFA, do Pedido de Visto de Liberação Alfandegária, onde será checado se está de acordo com a legislação e no caso de haver restrição será verificado se a declaração adicional confere com o exigido pelo PERMVs.
e) de posse da 3ª via que será apresentada ao PVA/SVA/DFA/MA, no ponto de entrada, para exames macroscópicos e liberado ou não, conforme o estado sanitário do material, estando a partir daqui liberado para o introdutor ou sendo designada a quarentena do mesmo.

SUGESTÕES AO INTRODUTOR

a) estar certo da inexistência do germoplasma no País, dando preferência sempre para o germoplasma que já foi introduzido;
b) nunca introduzir diretamente, sem o consentimento dos responsáveis pela sanidade fitossanitária;
c) somente introduzir o essencial para a pesquisa ou para um início de cultura, e em caso de banco de germoplasma introduzir paulatinamente os acessos;
d) escolher germoplasma, preferencialmente, de regiões isentas de patógenos exóticos, preferindo realizar sua introdução de países e instituições que se preocupem com a sanidade vegetal de seus recursos genéticos;
e) dar preferência para a introdução de germoplasma na forma de cultura "in vitro" ou sementes;
f) dar atenção especial ao germoplasma oriundo de expedições científicas de coleta, mesmo às efetuadas no País, quarentenando-o isolado de outras ornamentais.

ATRIBUIÇÕES DE UMA ÁREA DE INTERCÂMBIO E QUARENTENA

Para maior segurança fitossanitária do País, seria importante que todas Instituições governamentais, Universidades e empresas particulares, que realizam o intercâmbio de germoplasma rotineiramente, se preocupassem em organizar uma infra-estrutura adequada de segurança, com as seguintes atribuições:

a) introduzir de outros estados e países, de conformidade com a legislação vigente, sementes e outro material de propagação vegetativa, de interesse para a agricultura;
b) manter registro e mostruário de sementes correspondentes às novas introduções, bem como preparar listagem atualizada de germoplasma disponível ao intercâmbio;
c) realizar quarentena em casa de vegetação e no campo, quando necessário, visando à liberação apenas de material isento de agentes patogênicos e insetos exóticos;
d) realizar intercâmbio de germoplasma com outros estados e países, providenciando a remessa de sementes ou outro material de propagação fornecidos pela Instituição.

GIACOMETTI (1995) tece as seguintes conclusões e recomendações em seu trabalho:

a) A introdução ordenada e sistemática de germoplasma constitui estratégia segura e efetiva de se enriquecer a variabilidade genética das plantas cultivadas, indispensável aos programas de melhoramento e pesquisa correlata.
b) Para se garantir o êxito na doação de germoplasma de fontes externas, deve-se considerar que ocorrem restrições e que solicitações criteriosas envolvendo intercâmbio constituem importante estratégia para o êxito.
c) Inspeções cuidadosas, tratamento e quarentena de pós-entrada constituem medidas para minimizar os riscos da introdução de pragas e doenças exóticas e para garantir o máximo de segurança.
d) As leis de proteção do direito do melhorista não constituem entraves ao livre intercâmbio de germoplasma.



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